O documentário “Sou Feia Mas Tô Na Moda” mostra interessantes depoimentos dos jovens que participam do movimento do funk carioca. A mais ilustre é a Tati Quebra Barraco, mas o personagem principal deste documentário é a Deise da Injeção. A obra mostra como o movimento funk floresceu na periferia carioca, com reflexões acerca da marginalização que o funk sofre no Brasil que não conhece a periferia.
Interessante contra-ponto é dado quando o documentário mostra o Dj Marlboro dando festas na frança com funk carioca. Nestas festas o funk não é estigmatizado. Segundo Marlboro a discriminação do funk é parecido com aquela sofrida pelo samba, que foi discriminado por anos, até ser finalmente aceito como expressão legitimamente nacional; legitima expressão da cultura brasileira.
Vida longa ao funk carioca!

Detesto funk, sempre detestei, e acho muito improvável que uma dia eu goste. É xulo e pobre, em comum com o samba só tem a favela…