Tem Muitas Árvores em São Paulo

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A cidade de São Paulo é bem arborizada. A quantidade de árvores está um pouco acima do mínimo recomendado pela ONU, o que por si só não é capaz de tornar a qualidade do ar uma maravilha, mas com certeza ajuda a melhorar a qualidade do ar além de diminuir a temperatura e fazer sombra.

Mas o que a cidade tem demais são árvores mau cuidadas, com ervas daninhas e cupins. Além dos efeitos benéficos essas árvores mau cuidadas também oferecem perigos de cair durante um temporal, danificando as redes elétricas e telefônica além de destruir prédios, carros e até vidas.

Algumas destas árvores precisam ser cortadas, como esta árvore da foto que além de estar completamente coberta de era, tinha a base de seu tronco tomada pelas raízes de outras plantas daninhas. Ontem, com as chuvas de verão, a árvore não resistiu e caiu derrubando a energia da região e ameaçando cair sobre um prédio. A Assembleia Legislativa ficou cerca de cinco horas às escuras, e meu apartamento cerca de dez horas. Cerca de dez árvores caíram ontem.

Quando eu tinha cerca de dez anos eu retirei cerca de metade da erva daninha que cubria o pé de abiu da minha avó. A árvore, que estava fraca e infrutífera, reagiu brotando alguns frutos ano seguinte.

As subprefeituras fariam muito bem se cuidassem desse assuntos resgatando as árvores.

Sonhos com Xanghai

Este vídeo é um diálogo entre pai e filha do filme Sonhos com Xanghai.

Recortei esse trecho para falar sobre a valorização da educação no oriente. Países como Coréia, Japão e China tem essa característica: a educação é levada verdadeiramente a sério.

O impacto desse traço na cultura política de uma nação é o seguinte: as pessoas estudam mais, se tornam trabalhadores melhor qualificados e produzem mais. Assim a produção tende a aumentar, com ela melhora a economia, e se nada atrapalhar, melhora a felicidade e bem estar geral das pessoas.

Seria legal descobrir uma forma de promover a valorização do estudo entre os paulistas e os brasileiros…

Eleições 2010 e deputado Bruno Covas

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Faz 8 anos que entrei na Assembleia Legislativa,dois dos quais trabalho diretamente com a equipe do deputado Bruno Covas, do PSDB.

Muito dinâmico, o deputado é capaz de inspirar em sua equipe a disposição para desempenhar o serviço com espírito republicano; com respeito ao eleitor.

Nessas eleições tivemos a felicidade de ver o trabalho do Bruno ser duplamente reconhecido: foi avaliado o melhor deputado estadual pela ONG Voto Consciente e posteriormente foi o mais bem votado pelo voto popular.

Parte importante desta campanha foi feita por amigos, familiares e militantes que, acreditando no neste trabalho, fizeram um trabalho voluntário de divulgação. Muito obrigado!

Daqui pra frente é aperfeiçoar ainda mais o trabalho em respeito aos mais de 239 mil votos alcançados.

Rede Globo 45 anos

A rede Globo esta completando 45 anos. Como parte da comemoração foi feito um video promocional, parecido com aqueles de final de ano onde vários artistas e jornalistas se revezam em uma espécie de jogral. Ovcê pode conferir o video a seguir:


Assistiu ao video? Pois bem, teve muito político aliado ao governo contrariado com este video. Acontece que o 45 é o número que o PSDB, partido do José Serra, utiliza nas eleições. É digitando este número que o eleitor brasileiro deve escolher o seu próximo presidente nas eleições de outubro. Para quem não gosta do PSDB ou do Serra o video da rede globo é uma maneira de embutir o número 45 na cabeça das pessoas de maneira subliminar.

Outro ponto controverso é a utilização da expressão “mais Brasil”, semelhante ao slogan de campanha que Serra lançou em seu discurso de desligamento ao governo de São Paulo e posteriormente no lançamento de sua pré-candidatura em Brasília, no último dia 10.

No final das contas a rede Globo retirou a propaganda do ar, para evitar atritos com o governo. Na sua opinião a rede Globo teria feito um conluio com o Serra para manipular a cabeça dos espectadores?

Google Deixa a China

Nesta segunda-feira o Google desligou o seu servidor de buscas na China, o google.cn. A partir de então as buscas em mandarim simplificado (chinês da China) podem ser feitas a partir de um servidor em Hong Kong desprovido da auto-censura chinesa. O escritório da empresa continuará aberto na China apesar do serviço de buscas ficar hospedado em Hong Kong. Ou seja: o Google saiu da China sem sair.

A questão da China com o Google tem pontos não explicados o que a torna um pouco difícil de entender. É claro que levantando alguns chavões ideológicos ficaria tudo mais “fácil”, seja para quem defende a liberdade ocidental, seja para quem defende o comunismo chinês.

Eu separei algumas considerações sobre o assunto para quem, como eu, não conseguiu tomar lado nessa discussão.

Sofremos um ataque altamente sofisticado

Em dezembro de 2009 o Google anuncia que sofreu um ataque altamente sofisticado. O anúncio aponta que esse ataque teria partido da China. Danos sofridos:

  1. Propriedade intelectual da empresa foi acessada indevidamente. Não foi revelado que tipo de material foi roubado (google search, gmail?).
  2. Emails de dez ativistas de direitos humanos ligados a China tiveram violada a sua lista de emails recebidos e enviados. A identidade destas pessoas obviamente não é conhecida.

Segundo o mesmo anúncio outras 20 empresas teria sofrido ataques semelhantes.

Uma deliberada falta de nexo?

Eu li e reli o texto A new approach to China (uma nova abordagem para a China) do blog oficial do Google para tentar entender a razão da empresa falar em fechar seus negócios na China. Afinal, como a Microsoft disse, toda empresa sofre ataques hackers mas não é nada comum culpar o governo por isso. Já imaginou se os bancos culpassem o governo brasileiro por todos os crimes que ocorrem na internet brasileira?

Segundo o pronunciamento oficial a empresa teria sofrido ataques sofisticados por hackers chineses e por isso estaria fechando seus negócios na China. Não tem nexo. Isso só faria sentido se o ataque tivesse apoio do governo chinês, o que aliás é amplamente apontado pela imprensa mas nunca foi declarado pelo Google. Por algum motivo o Google evita ao máximo acusar o governo chinês diretamente.

O google realmente culpa o governo pelos ataques?

Oficialmente não. Nos dois pronunciamentos oficiais o Google não acusa o governo chinês de promover ou de encobertar os ataques de dezembro de 2009. Se existe alguma ligação o Google não apontou explicitamente. A empresa poderia estar omitindo esta informação para proteger alguma coisa. Ou agindo de má fé. Será que um dia essa parte da história será contada? Se você souber de alguma dica coloque nos comentários :)

Auto-censura

Particularmente não concordo com a censura chinesa, mas os comunistas tem observado que o Google aceitou formalmente a auto-censura. Isso aconteceu em 2006 quando a empresa decidiu abrir um escritório no país e aceitou a auto-censura chinesa. Esse registro encontra-se no blog do Google: Testimony: The Internet in China.

O que é a auto-censura chinesa? Na prática significa que buscas por conteúdo pornográfico ou certas críticas ao governo simplesmente não trazem os resultados esperados.

Na China existe uma legislação que proíbe a divulgação desses dois tipos de conteúdo: conteúdo anti-chinês e pornografia. Em uma entrevista à rede CNN o primeiro ministro Wen Jiaobao alegou que quase todas as nações praticam algum tipo de censura. Segundo Jiaobao a internet chinesa mantém uma série de críticas sérias ao governo, mas que não são censuradas.

Lendo outras matérias no China Daily, o jornal do partido comunista chinês, a sugestão é de que a censura política vá diminuindo conforme os “riscos” diminuam. O que isso significa é matéria para outro texto, mas eu tenho convicção que isso só se tornará verdade quando a maioria dos chineses compor a classe média, o que deve tomar no mínimo mais 30 anos (uns 50 segundo a constituição do partido comunista). Será que os chineses estarão dispostos a aguardar tanto tempo? É difícil dizer, mas na minha opinião é uma questão que não cabe a um extrangeiro impor à China. Os ocidentais tratam a democracia de hoje como tratavam do cristianismo antigamente. Ao meu ver nenhum modelo de democracia deveria ser imposto da forma como o cristianismo foi imposto ao novo mundo.

O Google realmente deixou a China?

Assim como é dever (ou papel) da classe média chinesa lutar (ou não) pela sua própria liberdade, me parece ser papel do Estado manter a lei. Se existe um site disponível na internet que desrespeite uma lei chinesa esse site deve ser bloqueado.

Fica mais fácil de entender se compararmos. Considere que países como a Alemanha e EUA bloqueiam sites que divulgam ideias terroristas como o neonazismo e a jihad islâmica. Entenda: a liberdade de expressão de apoio ao neonazismo é vista como um perigo para o alemão. Para muitos chineses a ideia ocidental de liberdade política ocidental é vista como um grande perigo pois pode comprometer as ações do Estado ao transformar os políticos em meros porta-vozes de empresas. Esse debate acontece na China, como você pode conferir na matéria China’s elections won’t be Western-style (As eleições da China não seguirão o padrão ocidental) do China Daily.

O que virá a seguir

É possível que o google.com.hk seja totalmente bloqueado na China. Com isso a tendência é que o Google perca os 35% de participação no mercado de buscas da internet chinesa, assim como toda a sua receita por anúncios. Se isso acontecer seria mais racional, do ponto de vista capitalista, fechar o escritório chinês.

Outra possibilidade: boa parte dos internautas chineses continuariam a usar google e outras ferramentas usando proxies que permitem burlar a legislação. Seria essa a aposta da empresa?

Hong Kong e o restante da China têm muitas diferenças, mas a tendência é que eles se tornem cada vez mais parecidos. Talvez o Google fique de molho em Hong Kong até lá.

Ampliando o direito de defesa

O presidente da OAB-SP defendeu hoje, na coluna debates da Folha de S. Paulo, aspectos do projeto de reforma do Código de Processo Penal apresentado no Congresso Nacional. Eu não entendo de direito, mas lendo a coluna tive uma sensação ruim.

Fiquei imaginando como ficaria a situação de três tipos de réus:

  1. o ladrão de botijão de gás
  2. o assassino de classe média
  3. o homem público que roubou um dinheirão do povo

Infelizmente o que normalmente esperamos é que quanto maior a situação social do réu maiores são as condições dele usar os instrumentos legais adequados para protelar o trabalho da justiça. Grosso modo: o dinheiro compra a liberdade e eventualmente até a inocência. Imagine como ficaria o caso de Paulo Maluf, condenado várias vezes por roubalheiras mas nenhuma vez em caráter definitivo. Se para um cidadão desse é possível protelar tanto o julgamento, imagine se ampliarmos ainda mais o direito de defesa?

Se a ampliação de defesa do réu for servir para ampliar a defesa dos ricos essa reforma é uma vergonha para nós brasileiros que acreditamos na igualdade entre os homens, independente da situação social que ele tenha.

Seminário da JPSDB-SP

No final de janeiro a JPSDB-SP realizou um seminário de mobilização na Câmara Municipal da capital. Com o objetivo de marcar um primeiro contato da juventude para a campanha deste ano o encontro contou com a presença de vários jovens militantes que não deixaram de indicar quais são os tópicos mais sensíveis no debate e que, na nossa opinião, deve guiar o debate político.

Contamos com a presença do Eduardo, do Rio de Janeiro, ligado a uma produtora que esta fazendo um trabalho para o PSDB na internet. Ele fez uma matéria sobre o evento e disponibilizou no youtube :)

Obrigado Eduardo e todo o pessoal da produtora. Para engrandecer o trabalho eu vou divulgar um video SUPER tosco que eu fiz ao vivo pelo qik. Nele aparece o Chico falando, mas misteriosamente a voz dele não tem audio. Ainda não sei se foi problemas na transmissão pela rede 3G ou se eu vacilei e tampei o microfone com o dedão :-o

Alunos de movimento antigreve disputam eleição do DCE da USP

Logotipo da chapa Reconquista 2010 para o DCE-USPHoje é o último dia das eleições para o DCE da USP.  Uma das chapas, a Reconstrução 2010, me chamou a atenção por reunir descontentes com os movimentos grevistas. Quando eu cursava Sociais na FFLCH eu não tinha muita chance contra a barulheira dos colegas de curso. Algumas vezes eu fui expulso de sala ou impedido de assistir aulas pelos colegas grevistas. Eu nunca cheguei a aderir a nenhuma greve pois sempre a greve me engolia primeiro.

A chapa Reconstrução 2010 aponta justamente na falta de atenção que o movimento estudantil dá para o próprio estudante, já que a paralização das aulas prejudica o aluno antes de mais nada. A ideia é que o movimento estudantil deve se voltar às condições estudantis de maneira pragmática deixando de lado as manipulações espúrias de partidos radicais de esquerda.

Quando eu estava na graduação não tinha um grupo organizado com esse perfil. Na minha opinião a melhor proposta de chapa do CEUPES naquele período foi a saudosa chapa Gabriello. Torço para que o grupo pragmático da Reconstrução 2010 consiga mobilizar votos suficientes. Com certeza a proposta deles reflete melhor a maioria dos alunos da nossa universidade que só têm a ganhar.

Leia mais sobre a disputa do DCE: Chapa ”apartidária” quer espaço na USP.

Veja algumas notícias sobre as últimas greves e como ficam os alunos que não concordam com o comando de greve:

Greve na USP já preocupa alunos que não aderiramAlunos grevistas invadem badeijãoDiretores da USP lançam manifesto em apoio à reitora

Imposto de Importação é uma Boa Ideia?

Quando uma mercadoria é trazida para dentro do Brasil o estado brasileiro cobra uma valor para nacionalizar o produto. Ou seja, além dos custos de trasporte o importador precisa desembolsar um dinheiro na entrada do país. É lógico que isso encarece o produto. Taxar produtos vindos de fora do país é uma boa ideia? Vamos ver como fica cada ator envolvido nesse processo:

  • Importador e o Comerciante:

Ambos vão ter um custo maior para trazer e vender o produto, pois vão arcar com os impostos de importação. O único custo é o custo de aumentar o capital de giro da operação. Fora isso o custo é repassado ao consumidor final.

  • Consumidor:

Tem de pagar um valor maior pelo produto. O valor do produto no exterior é acrescido naturalmente pelo valor de transporte e artificialmente pelos impostos de importação. O consumidor sai perdendo.

  • Produtor Nacional de produto similar:

Sai ganhando, pois ele pode cobrar mais caro e/ou produzir um produto de menor qualidade. Na prática funciona como um desestímulo à melhoria da qualidade do produto. Ops, o consumidor saiu perdendo de novo.

  • Trabalhador da indústria nacional:

Sai ganhando pois não perde o seu emprego. Mas note bem: trabalhador de um setor eficiente não perde emprego quando o produto é de boa qualidade e tem bom preço. Ou seja, proteger o mercado significa proteger a indústria que não consegue trabalhar direito.

Hoje o Cris Dias comentou no twitter que o Rock Band dos Beatles vai custar, no Brasil, mais caro que uma viagem aos EUA mais o preço do Rock Band lá. Uau! Onde estamos, não é mesmo? Eu acho essa situação totalmente fora de propósito.

O que os defensores das taxas de importação argumentam: as taxas são importantes para não impedir a produção nacional. Faz (algum) sentido. Imagine um creme hidratante: sem as taxas de importação o creme da victoria’s secret se tornaria muito barato e poderia tirar do mercado cremes populares como o monange.

Monange e Victorias Secret

Monange e Victoria's Secret

Mas o que acontece quando se taxa um Rock Band ou um video-game? Quando isso acontece o estado esta incentivando a produção de quê? Absolutamente nada! Porque não existem produtores nacionais de certos produtos e nunca vai existir.

Abaixo as barreiras alfandegárias!

Dia do Desbravador na Assembleia Legislativa

Meu irmão, Alexandre S. Gomes, participou no dia 1º de abril de uma sessão solene em homenagem ao Dia do Desbravador, na Assembleia Legislativa. Consegui o vídeo e coloquei aqui para o pessoal assistir direto na internet. Como o vídeo é gigante, com quase uma hora de duração, coloquei uma versão formatada para iPod ou Quicktime que pode ser baixada para o seu computador.

Gostou do vídeo? Então dê uma forcinha e clique no anúncio. Isso me ajuda a pagar a conta da internet, pois esse vídeo é pesado pra burro :)


Se a Receita Culinária Fosse Feita em um Parlamento…

Se você não é advgado nem funcionário público talvez nunca tenha tido um bom motivo para ler meia dúzia de leis que tratam de um mesmíssimo assunto. A Ana Paula fez um exercício divertido: fez uma receita de bolos em um formato próximo do que seria se fosse uma lei. Clique aqui e veja como seria uma receita culinária se a mesma fosse feita em um parlamento.

Marco Aurélio Garcia Defende Populismo

O conceito de populismo tem sido usado na América Latina para desqualificar experiências populares de grande valor. Marco Aurélio Garcia.

A declaração acima foi feita pelo assessor de Lula que se referia especialmente à Venezuela de Hugo Chávez. O populismo é uma prática política onde o povo é utilizado como massa de manobra para driblar a democracia.

Veja porque as práticas de Huga Chávez são populistas: Chávez utiliza o povo para aumentar seus poderes. Quando ele não consegue fazer uma reforma dentro das instituições democráticas, junto aos parlamentares venezuelanos, ele utiliza o contato direto com a massa para conseguir atingir seu objetivo. O melhor exemplo disso foi a reforma que permitiu que ele fosse reeleito para sempre.

Um dos indícios de populismo é o uso intenso de rádio e tv: Chávez tem programa de TV onde atende diretamente o povo. A ideia parece boa aos incautos, mas ela concentra o Estado na personalidade do líder nacional que passa a ofuscar outras lideranças políticas. No Brasil o político que mais se aproxima do perfil de populista é o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, que felizmente fracassou nas últimas eleições.

A declaração de Marco Aurélio Garcia é importante pois mostra que no governo federal existem muitas lideranças políticas que estão dispostas a abrir mão da democracia. Na verdade esses indivíduos distorcem o conceito de democracia. Para gente assim qualquer consulta popular é mais ‘democrática’ que as decisões de um Congresso Nacional livre, o que não é verdade. O presidente da república tem poderes para, por exemplo, tornar os jornais e revistas mais mansos e menos críticos oferecendo benefícios como propaganda paga com dinheiro público. Se juntarmos a isso a possibilidade de convocar plebiscitos populares o resultado pode ser uma ditadura. Nós já experimentamos dois períodos de ditadura no Brasil: o governo de Getúlio Vargas e o regime militar. Se depender de alguns petralhas o futuro nos reserva mais do mesmo.