Assisti a este filme palestino agora: muito non sense. A impressão que tive é que falta uma história, falta roteiro. O filme é uma coleção de esquetes que sempre contam a mesma história: “veja como nós, palestinos, somos humilhados pelo Estado de Israel”.
Gastei duas horas do meu tempo e eu não ouvi, francamente, qual é o lado palestino
É um filme que deve fazer sucesso com o pessoal de extrema esquerda. Você sabe como é: o “povo palestino” é mais fraco que o Estado de Israel, logo eles não precisam de um bom argumento para serem defendidos.
O filme tem uma boa plástica, um cenário bonito, mas nada que justifique uma simples indicação ao Festival de Cannes. O filme é lamentável, e sua indicação ao Cannes é mais lamentável ainda.









Pois é. Peguei uma comédia romântica com Drew Barrimore e Hugh Grant e eu lá o clipe que saiu no blog da Bárbara. Parecidíssimo, pensei. Um prior de remake! Que nada! Voltei no blog e o clipe está lá, com o Hugh Grant de peruca, que eu óbviamente não reconheci da primeira vez que assisti. Fiz várias pesquisas para encontrar a “música original” que teria sio gravada nos anos 80, e nada. No itunes só trazia a trilha sonora do filme e outra música com o mesmo nome, mas interpretada por Lew Stone e sua banda (um jazz ou coisa parecida).