Sonhos com Xanghai

Este vídeo é um diálogo entre pai e filha do filme Sonhos com Xanghai.

Recortei esse trecho para falar sobre a valorização da educação no oriente. Países como Coréia, Japão e China tem essa característica: a educação é levada verdadeiramente a sério.

O impacto desse traço na cultura política de uma nação é o seguinte: as pessoas estudam mais, se tornam trabalhadores melhor qualificados e produzem mais. Assim a produção tende a aumentar, com ela melhora a economia, e se nada atrapalhar, melhora a felicidade e bem estar geral das pessoas.

Seria legal descobrir uma forma de promover a valorização do estudo entre os paulistas e os brasileiros…

Montando a Árvore de Natal, Shopping Higienópolis e Av. Paulista

Ana Paula e eu ajudamos a Yohanah a montar a árvore de natal. O resultado foi esse video :)

 

 

Uns dias atrás eu fui com a Yohanah no Shopping Pátio Higienópolis para ver como ficou a decoração de natal de lá. Ela deu uma voltinha no carrossel :)

 

 

A Avenida Paulista está bem cheio por conta do natal. Fomos lá conferir os enfeites.

 

 

A Economia do Dólar Tratorizando o Mundo

Um trator com as cores da bandeira americana, representando a economia norte-americana, avança em direção ao planeta que corre para não ser atropelado. É assim que o jornal China Daily retratou a atual situação econômica mundial.

A charge é uma crítica a forma que os EUA manipulam o dólar para dar alívio a economia doméstica, mas causando transtornos a economia do restante do mundo.

Hoje o presidente do FMI sugeriu trocar o dólar pelo ouro. Veja a nota da ADVFN: “o presidente do FMI, Robert Zoellick, acredita que o mundo precisa voltar ao padrão ouro para balizamento das taxas de câmbio entre as moedas internacionais. Dessa forma os governos ficariam mais restritos à emissão de moeda, contornando em parte a guerra cambial em curso. O retorno ao padrão ouro, entretanto não seria nada fácil…”.

E essa história vai longe…

Pirâmides de Giza

Ver as pirâmides de perto é o passeio clássico. Então, logo que chegamos ao Cairo fomos ver as grandes pirâmides que ficam próximas ao Cairo. Tudo é realmente muito desproporcional.

Que quantidade de trabalho humano foi empregada somente para erguer sarcófagos, não é mesmo?

ps: A Dina fechou um motorista e um guia. O guia funciona basicamente para te empurrar passeios micos, como a montaria a camelo, e a lojinhas de quinquilharias. Isso realmente deixa o passeio chato. Para não gastar horas em lojinhas você tem que ser mais desagradável que o guia. Só entendi isso no final :(

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Essas fotos não foram tiradas no Egito

Essa é uma galeria de fotos que não foram tiradas no Egito. Foram tiradas antes de chegar no Egito. Alguns egípcios reclamam um bocado porque muitas coisas interessantes foram levadas para museus europeus. Aqui está uma foto de um obelísco à beira do rio Tamisa, proveniente da ilha Filae. Além disso vimos um bocado de outras coisas no museu britânico antes de embarcarmos para a terra dos faraós.

ps: hoje, dia 16, eu visitei o museu do Cairo. Na minha opinião é uma boa ideia manter alguns artefatos longe daqui: eles estão sem espaços para organizar a vasta coleção do museu. Além do mais uma boa parte das coisas não tem descrição. Quem sabe com o novo prédio o museu do Cairo não se endireita, né?

ps2: não temos nenhuma foto do interior do museu do Cairo. Por lá as câmeras de fotografar são proibidíssimas! Continue reading

Londres e Pato de Pequim

Ficamos no Generator hostel que é bem grande e fica próximo ao British Museum. Ah, a foto é do museu :)

Uma reprodução da fauna africana em frente ao British Museum

Uma reprodução da fauna africana em frente ao British Museum

Não seria bacana ter uma loja com um montão de chás perto de casa? Eu adoro chá. É pena a minha mala ser tão pequena :(

Lojinha de chá

Lojinha de chá

Fomos andando até o bairro de Chinatown, e é incrível a quantidade de restaurantes: cozinha de Pequim, Guandong (Cantão), Shenzhen, Mongólia… Comemos um baozi de ovo e ervas feito no vapor e depois experimentamos o Pato de Pequim no Hung’s. É interessante, mas não sei se vou comer de novo tão cedo :-o

Portal no bairro de Chinatown

Portal no bairro de Chinatown

Restaurante Hung's, com patos exposto na vitrine

Restaurante Hung's, com patos exposto na vitrine

Aqui estou eu comendo um pato de Pequim

Aqui estou eu comendo um pato de Pequim

O Pato de Pequim

O Pato de Pequim

Foto básica, ao lado da cabine telefônica com o relógio do parlamento ao fundo

Foto básica, ao lado da cabine telefônica com o relógio do parlamento ao fundo

London Eye (a roda gigante) com o barco turístico em primeiro plano

London Eye (a roda gigante) com o barco turístico em primeiro plano

Eleições 2010 e deputado Bruno Covas

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Faz 8 anos que entrei na Assembleia Legislativa,dois dos quais trabalho diretamente com a equipe do deputado Bruno Covas, do PSDB.

Muito dinâmico, o deputado é capaz de inspirar em sua equipe a disposição para desempenhar o serviço com espírito republicano; com respeito ao eleitor.

Nessas eleições tivemos a felicidade de ver o trabalho do Bruno ser duplamente reconhecido: foi avaliado o melhor deputado estadual pela ONG Voto Consciente e posteriormente foi o mais bem votado pelo voto popular.

Parte importante desta campanha foi feita por amigos, familiares e militantes que, acreditando no neste trabalho, fizeram um trabalho voluntário de divulgação. Muito obrigado!

Daqui pra frente é aperfeiçoar ainda mais o trabalho em respeito aos mais de 239 mil votos alcançados.

Gaiola das Cabeçudas

Recebi a indicação desse video pelo Raphael no meu aniversário e resolvi compartilhar.

A maioria das pessoas que criticam o funk o fazem alegando que o ritmo musical simboliza a “falta de cultura”. Pode ser que simbolize. Mas na minha opinião o funk é só um ritmo, como qualquer outro. Você não precisa discriminar e esculhambar as pessoas que gostam. Quando eu morava em Niterói (mas isso faz um tempão) eu achava que as pessoas marginalizavam o funk porque o pessoal do funk era do morro. Quanto mais o pessoal do asfalto marginalizava o funk, mais o funk se marginalizava. Mais agressivo ficava… Não é essa a dinâmica da própria sociedade?

Provavelmente o Marcelo Adnet fez a letra dessa música pensando nesse tipo de crítica.