acampamento

Camporee em Governador Valadares

Nessas férias escolares fiquei boa parte do tempo trabalhando em cima da MelOnLine. Para não dizerem que sou um bitolado e que não saio da frente do micro, resolvi ir à um acampamento em GV (Governador Valadares-MG). Saímos sábado à noite, dia 26. O Camporee é um acampamento bem grande. Haviam clubes de desbravadores do Rio, Minas e Espírito Santo. Quatro mil pessoas no total. A cidade é bonita; bem arborizada, com um comercio bom… Não parece, mas ao que tudo indica é de lá que veio um dos primeiro vírus brasileiros: o Leandro and Kelly. Ao examinar o código do danado era encontrada a seguinte frase: “Leandro and Kelly: Governador Valadares – MG”. E este foi um vírus que deu bastante trabalho a conhecidos meus. Já desinfetei meia dúzia de discos com o tal vírus. Certa vez durante uma feira o pessoal da IBM se gabava: só há notícias de um vírus que conseguiu infectar o OS/2: Leandro and Kelly!
O Camporee foi bom. Infelizmente eu tive uma gripe seguida de uma forte febre. Não deu para aproveitar. Pra falar a verdade não conheci ninguém lá. Só cumprimentei velhos amigos, como o Wendel de Vitória, meu colega de corredor no colégio interno ano passado (nerd). Esse mês ainda vou pôr as fotos do acampamento no site do nosso clube (Clube Araribóia).

Acampamento de Líderes

Entre os dias 20 e 22 participei de um novo acampamento. Dessa vez com o Clube de Líderes do Clube de Desbravadores Araribóia em Braçanã. Ficara combinado de nos encontrarmos no terminal norte com mochilas e bolsas. Eu particularmente levei uma mochila um tanto pesada, mas suportável para uma caminhada de uma ou duas horas. Além disso dividíamos barracas e uma pesada bolsa com o alimento. Chegamos à entrada de Basílio e começamos a caminhada em direção à Braçanã (local do acampamento). Infelizmente nosso guia distraiu-se e pegamos o caminho errado, de forma que acabamos por andar entre 20:30 até 1:30 sem sucesso. Perdidos à noite nos vimos obrigados à armar acampamento em um terreno qual julgamos ser bom. Obviamente as pessoas estranharam aquele acampamento; alí; mas nós estávamos cansados, fazer o quê? No dia seguinte soubemos que a fazenda ao lado tinha sofrido invasão de sem-terra a cerca de um mês (não, não fomos nós). Felizmente encontramos o caminho do acampamento no dia seguinte; até conseguimos uma carona. Fizemos estudo de artesanato indígena, pegada de animais e observação das estrelas. À noite ainda fizemos uma fogueira para esquentar o marshmelon, que aliás estava todo mole devido aos maus tratos da viagem. Antes de voltarmos ainda batemos uma bolinha com o pessoal de Braçanã. Na volta conseguimos uma carona em um utilitário; ‘inda bem! Eu ‘tava morto : )