Assembleia Legislativa

Dia do Desbravador na Assembleia Legislativa

Meu irmão, Alexandre S. Gomes, participou no dia 1º de abril de uma sessão solene em homenagem ao Dia do Desbravador, na Assembleia Legislativa. Consegui o vídeo e coloquei aqui para o pessoal assistir direto na internet.

Gostou do vídeo? Então dê uma forcinha e clique no anúncio. Isso me ajuda a pagar a conta da internet, pois esse vídeo é pesado pra burro 🙂

Reunião do Esquerda pra Valer na Assembleia Legislativa

Semana passada saiu uma matéria no Diário Oficial do Estado de São Paulo de uma reunião do Esquerda pra Valer, onde foi tratada a questão da reforma eleitoral pelo Dep. Bruno Covas. Os deputados Samuel Moreira, líder do PSDB, e o deputado Cássio Navarro também prestigiaram o evento.

Matéria do Diário Oficial sobre a reunião do Esquerda pra Valer
Matéria do Diário Oficial sobre a reunião do Esquerda pra Valer

Como sou primeiro secretário do Esquerda pra Valer eu fiz uma ata do evento. Como toda ata oficial tem aquelas minúcias chatas, mas é o que manda o protocolo:

Reunião do Esquerda pra Valer no Auditório Teotônio Vilela ocorrido em 10 de março de 2009 às 19:30.

Fernando Guimarães inicia os trabalhos falando do papel que o grupo do Esquerda pra Valer teve na discussão política e a participação na formação ideológica do PSDB e do Brasil. A institucionalização do grupo é um importante passo que deve ser alcançado emb reve. Leu a programa previsto para o II Diplomado em política que o Esquerda pra Valer deve promover neste ano de 2009. Solicitou a todos os presentes que preenchessem as fichas cadastrais distribuídas no evento. Incentivou a discussão de teses para influenciar ideológicamente o PSDB.

Dep. Cássio Navarro compõe a mesa se colocando a disposição do Esquerda pra Valer, grupo com o qual declarou ter imensa identificação. Cássio Navarro lembrou da atuação do movimento no Congresso Estadual do PSDB de Praia Grande, onde o grupo encaminhou 45 teses das quais 41 foram aprovadas em votação e passaram a fazer parte do programa do PSDB.

Fernando Guimarães lembrou do evento de Praia Grande e pediu a todos os membros do Esquerda pra Valer que ajudem na mobilização de novos membros.

Rodrigo Chame, do Rio de Janeiro, sugeriu que se fortaleça o Esquerda pra Valer fora do estado de São Paulo, convidando personalidades de outros estados para participar de eventos do grupo, e citou a título de sugestão os nomes Yeda Crusius (RS) e Aécio Neves (MG). Fernando Guimarães observou que também existe uma preocupação em chamar membros de outros partidos ou intelectuais que não mantenham ligação com partidos políticos.

Dep. Samuel Moreira, líder do PSDB, compõe a mesa às 20:20h e agadece o convite do deputado Bruno Covas e observa que a atuação parlamentar não se limita somente a representação, a propostas de leis e busca de novos recursos, mas passa também pela formação ideológica que é um instrumento indispensável para uma atuação como oposição hoje. Segundo o líder do PSDB na Assembleia paulista o PSDB poderia exercer o seu atual papel de oposição no governo federal de maneira melhor se houvesse um aprofundamento nas discussões de suas bandeiras e ressalta que a juventude é um segmento importante nessa discussão. Por fim se põe a disposição do Esquerda pra Valer, em especial com a disposição para o debate sobre o voto distrital.

Dep. Bruno Covas compõe a mesa e lembra das dificuldades que a militância jovem enfrentava para encontrar espaço para discução e inicia uma exposição sobre a reforma política. A bancada do PSDB não possui, hoje, uma indicação clara sobre o assunto de forma que muitas vezes as decisão da bancada são recebidas com surpresa por quem não participa do processo de discussão.  Obervou que o parlamentarismo é uma peça fundamental do PSDB que não tem sido   defendido a contento. Em relação ao pacto federativo, ressaltou que a distribuição tributária hoje concentra muitos recursos na União que recebe cerca de 65% dos recursos, contra 25% que vai para os estados e somente 10% para os municípios. A compentência de legislar também apresenta uma séria distorção, pois o estado hoje tem um espaço de atuação limitadíssimo. Apesar de existir urgencia de criar novas leis, essa necessidade de novas leis fica presa no gargalo do Congresso Nacional, enquanto as Assembleias estaduais são entidades ociosas, em função dessa distorção. Um ponto muito negativo do atual sistema político é a atual lista aberta, onde os candidatos concorrem especialmente com os candidatos de seu próprio partido, enfraquecendo o partido político. As coligações fazem com que os votos dados a um candidato de uma partido A ajudem candidatos de um partido B, processo que na maioria das vezes o eleitor não tem ciência. A reforma para uma lista fechada traria maior transparência pois o eleitor saberia exatamente quais candidatos seriam beneficiados com o voto. O financiamento público de campanha também foi levantado como um aspecto positivo, desde que implementado junto à lista fechada. O financiamento público diminuiria a má influência do dinheiro privado, que distorceria os interesses políticos, mas só pode funcionar adequadamente se a lista for fechada. O deputado Bruno Covas se colocou favorável à manutenção da obrigatoriedade do voto que ele considera ser a obrigação mínima de todo cidadão. Defendeu ainda o fim do suplente de senador e chamou a todos para dar continuidade ao debate dentro do PSDB.

Zé Rubens sugere discutir as PECs de Arnaldo Madeira que trata do financiamento público e de Mendes Thame que trata do sistema distrital misto. Sugeriu ainda a criação de uma comissão de habitação dentro do Esquerda pra Valer.

Fernando Chubaci elogiou a inovação na forma de mobilização para a atuação política e lembrou que a campanha do Obama foi marcada pela inovação e uso de linguagem acessível e citou o serviço MeuDeputado.org.

Miotto observa que as propostas de reforma política são propostas orgânicas e por isso devem ser analisadas em conjunto.

Antonio Carlos de Freitas Jr.  convida para participação em conferência de educação e declara apoio da Juventude Estadua do PSDB ao evento II Diplomado em política.

Caio enfatiza o papel educativo do Esquerda pra Valer. Propõe fazer congresso propositivo com a sociedade.

Konrad-Adenauer e Cursos de Política

Hoje estive em uma reunião no Instituto do Legislativo Paulista (ILP) com o presidente do ILP e a equipe da Fundação Konrad-Adenauer Stiftung para tratar de uma possível parceria em cursos sobre ciência política.

O presidente do ILP, Eduardo Lamari, vêm trabalhando para pôr em prática um Curso de Iniciação Política. O conteúdo do curso foi cedido pela Fundação Mario Covas e a Assembleia Legislativa já imprimiu várias cópias da apostila deste curso. Infelizmente encontramos limites financeiros para colocar este projeto em ação: a Assembleia conta com um orçamento bastante limitado este ano, o que impede a contratação de professores para este curso. A parceria com a Fundação alemã viria resolver esta questão, além de trazer cursos mais específicos sobre a democracia.

A Konrad-Adenauer é uma fundação alemã que produz estudos de excelente qualidade sobre democracia. Foi uma das principais referências nos estudos de Sistema Partidário que tive com a Prof. Maria D’Alva Kinzo, na USP. Essa parceria que deve se concretizar nos próximos meses deve resultar em Cursos de Iniciação Políticas aos cidadãos do nosso Estado, especialmente aos jovens, além de cursos sobre partidos políticos e democracia destinado a um público mais engajado tanto na política quanto nas faculdades.

Exposição de Mangás na Alesp

Cartaz da Exposição de Mangás na Alesp

Está tendo uma exposição de mangás na Assembleia Legislativa, em comemoração ao centenário da imigração. Vai até o dia 6 de junho e está aberta das 8 às 20 horas.

Serão realizadas oficinas de Mangá às 15 horas, nos dias 27, 28 e 29 de maio e nos dias 3, 4 e 5 de junho. A visitação é aberta ao público. Grupos interessados podem agendar visitas pelo telefone 3886-6626 e 3886-6628.

ps: meus sobrinhos recomendaram e eu gostei do mangá Death Note. O gênero das histórias é investigação policial. Quando ouvi a apresentação geral não achei grandes coisas, mas resolvi tentar pois vi que um monte de gente lê: estou gostando mesmo 😉

Políticas de Ensino Superior

Abertura do Seminário Ensino Superior numa Era de Globalização

Aconteceu nesses dias 3 e 4 de dezembro um seminário sobre ensino superior na Fapesp e eu estive envolvido por meio do Instituto do Legislativo Paulista (ILP). O seminário foi realizado pela Assembléia Legislativa (Alesp) em conjunto com a Fapesp e dois núcleos de pesquisa da USP. O presidente da Alesp, deputado Vaz de Lima, se demonstrou bastante comprometido com o seminário que deve influenciar fortemente as políticas de ensino superior do Estado.

Me senti particularmente estimulado em participar deste seminário pois os estudos apontam para um modelo de ensino superior que havíamos defendido na juventudo do PSDB e no Congresso Estadual do PSDB em Praia Grande faz alguns meses. O Congresso é o espaço onde o partido decide quais são as teses que vão direcionar as ações políticas em geral. Neste caso defendemos uma melhoria na política do ensino superior, que poderia ter uma atuação mais relevante na formação profissional e no desenvolvimento de inovações tecnológicas que levem nossos produtos a um patamar de competitividade internacional.

Hoje o Estado trata faculdade como ambiente de pesquisa e não como uma oportunidade para criar profissionais para o mercado de trabalho e melhorar a nossa economia. As expectativas da sociedade na verdade não são atendidas. Porque para a grande maioria das pessoas o mais importante não ter a melhor faculdade da América Latina na sua cidade ou no seu estado. O mais importante para o cidadão é saber que na sua cidade ou no seu estado existem oportunidades reais para que o seu filho possa se formar em uma instituição de ensino superior adequada e enfrentar o mercado de trabalho com dignidade.

O caso de sucesso analisado foi o Masterplan do estado Califórnia. A idéia é que uma parcela relativamente pequena, de cerca de 10% dos estudantes de ensino superior no estado tenham acesso aos cursos de pesquisa. São estudantes que têm pretensões de se tornarem professores, pesquisadores ou profissionais com especialização acadêmica. Os demais alunos ficariam em faculdades voltadas ao ensino mas sem pretensão de pesquisas acadêmicas. Cursos com esta características podem inclusive ter uma duração menor, o que de fato acontece na Califórnia, onde a legislação facilita a existência destes cursos. Adaptando para o cenário brasileiro, seria como ampliar a oferta de cursos de tecnólogos, com duração menor que os cursos tradicionais. Na Califórnia 80% dos alunos que se formam no ensino médio ingressam diretamente nos cursos de pequena duração, 10% vão para cursos de pesquisa e outros 10% vão para cursos regulares de 4 ou 5 anos de duração, mas sem foco em pesquisa.

Eu vejo duas vantagens em diversificar os investimentos em ensino superior da maneira exposta acima. Em primeiro lugar, manter um ensino superior de qualidade como o que temos em São Paulo é muito caro, e impossível de se estender a toda a população de possíveis alunos. Defender a manutenção do sistema como ele se encontra hoje é uma postura elitista, pois somente os mais ricos tem condições reais de receber um ensino superior no modelo atual. Em segundo lugar eu acredito que um modelo diversificado é melhor para os alunos, que na maioria das vezes não querem e não precisam de um preparo em uma instituição de excelência em pesquisas.

Quando eu entrei na Faculdade de Ciências Sociais da USP quase todos os colegas ficavam angustiados sobre o seu futuro profissional; porque a maioria tinha entrado para o curso pensando em alguma atuação no mercado, ou como professor de escola, ou como funcionário público, mas a pressão do meio acadêmico para que cada aluno se torne um pesquisador era muito grande. Não é a toa que dos 210 alunos que ingressam todos os anos neste curso, somente cerca de 40 conseguem terminar o curso. No curso de filosofia a taxa de desistência é ainda maior.

As apresentações do seminário foram muito interessantes, oferecendo um amplo quadro comparativo das políticas públicas de ensino superior em diversos países. Da palestrante Wan-hua Ma, da China, veio um alerta importante que vale tanto para a China quanto para o Brasil. Nos últimos dez anos o Brasil dobrou a oferta de vagas para a faixa de jovens formados no ensino médio. Quando ampliamos a oferta de vagas em um ritmo tão acelerado, precisamos tomar cuidado com a qualidade dos cursos que estão sendo ofertados. No Brasil 90% das vagas são oferecidas pela iniciativa privada, que deve receber critérios claros de atuação e receber uma fiscalização efetiva por parte do Estado. O outro ponto de fragilidade, talvez este muito mais preocupante pois amplia bastante o debate, é a qualidade dos alunos que se formam no ensino médio. Uma boa instituição de ensino não se faz somente com bons professores, mas acredito eu que principalmente de bons alunos.

Por fim quero apresentar minhas satisfações com os organizadores deste eventos, em especial o prof. Guilhon Albuquerque e a profª. Elizabeth Balbachevsky e me por a disposição para continuar demonstrando apoio a este modelo de ensino que poderá melhorar a vida de muitos jovens paulistas se implementado.

Informações de Vencimento do Chinchilla

Hoje eu resolvi falar um pouco sobre como é trabalhar na Folha de Pagamento da Assembleia Legislativa. Eu trabalho neste setor a alguns anos, e também tive a boa oportunidade de contribuir por alguns meses em um projeto de informática também na Assembleia. Boa parte do trabalho no setor se encaixa perfeitamente naquele tipo de trabalho que você conhece como sendo burocrático, ou seja, moroso. Fora a reestruturação administrativa do deputado Tripoli, do 1996, a influência da fora no modo de trabalhar é praticamente nula, e é comum eu encontrar formas de se trabalhar definidas a duas décadas, portanto antes da resolução da época do Tripoli.

Ainda assim a quantidade de funcionários que desempenham os serviçoes de Folha de Pagamento têm caído monotonamente ao longo dos anos, sinal de que mesmo quando não existe uma gerência formal nos processos mais gerais, os ganhos de produtividade acabam sendo adotados pelos funcionários nas suas tarefas diárias. Foi assim quando o substituíram a máquina de escrever pelo editor de textos, assim como quando substituíram a máquina de calcular pela planílha eletrônica.

Esta foto exemplifica uma quantidade média de trabalho de nomeações de funcionários novos. Com as fichas antigas um funcionário da folha gastaria um dia de trabalho anotando a caneta as publicações de nomeações em fichas A3 e depois emitindo um relatório chamado Informações de Vencimento (IV) que está bravamente em produção a pouco mais de quinze anos desde que foi desenvolvido em DBase pelo meu colega Carlos Giusti. Hoje este mesmo trabalho gera um volume menor de papel, e em bem menos tempo graças ao Sistema de Folha de Pagamento do Projeto Chinchilla.

Por outro lado estou enviando outra foto com uma cadeira repleta de serviços do mesmo gênero, todos enviados à Folha de Pagamento em um único dia:

Detalhe: pessoas dependem do bom andamento desse serviço todo para que no dia de pagamento o ordenado seja depositado fielmente pelo empregador. Dá para notar a força tremenda necessária para dar vazão a este trabalho, já que as pessoas dependem disso para receber o ordenado em conta corrente. O mais surpreendente é que em essência todo o fluxo de trabalho dentro da Folha de Pagamento da Assembleia é basicamente o mesmo exceto alterações formais de junções ou divisões de salas decorrentes da já citada resolução da gestão Tripoli.

Os relatórios, que faz vinte anos eram emitidos em quatro vias carbonadas e datilografadas, foram transformadas em relatório impresso por DBase faz quinze anos, e desde então vinha sendo impresso em impressoras matriciais. Como houve evasão de força de trabalho nos últimos anos, o ganho dos relatórios de Informações de Vencimento do chinchilla basicamente compensaram a evasão de funcionários.

Em outras palavras, o governo não pode despedir para fazer o downsizing, mas ao deixar de contratar novos funcionários, de uma maneira alternativa o downsizing é realizado. Pena que de uma maneira pouco programada.

Porque recomendei a compra de um software proprietário para a instituição publica que trabalho

Há dois anos a equipe de informática em que eu trabalhava precisou de uma ferramenta especifica para planejamento de sistemas com gráficos UML. Após alguns dias de testes com varias ferramentas, algumas livres e outras pagas, entendemos que as opcoes livres disponíveis eram muito instáveis e que não ofereciam todos os recursos necessários. As ferramentas preferidas foram o Argo UML e o Borland Together, a primeira livre e a segunda comercial. Aquela época o Argo não oferecia o pouco que precisávamos: uma boa ferramenta de diagrama de classes seria o suficiente. A versão testada era instável, tendo fechado varias vezes durante os testes sem nenhum motivo aparente. Optamos pela ferramenta comercial da Borland pois parecia ser a opcao que oferecia o menor custo ao Estado, considerando que a ferramenta era completa e estável e parte da equipe tinha vivencia com o ambiente Borland, o que significa uma importante economia com treinamento de pessoal. Por fim, o Together oferecia uma integração com a ferramenta livre Eclipse, utilizada pela equipe.

Feita a opcao passei um memorando expressando minha recomendação para a administração. Pouco mais de um semestre depois e passado um processo moroso de compra, a mesma foi concluída e recebemos o software, já defasado e incompatível com nossa versão de eclipse. No pedido de compra solicitamos uma versão especifica do Together, sem levar em conta de que durante o processo compra uma nova versão poderia ser lançada, como de fato aconteceu. Mas como eu poderia saber?

O infeliz desfecho é que trabalhos durante muito tempo sem documentação UML em função da ineficácia da administração em comprar o software em temp adequado. Hoje o Argo passou para um outro time de desenvolvedores, e aqueles bugs mais irritantes já foram corrigidos. Consigo gerar meus diagramas de classes tranquilamente e tenho uma exportação para código java bastante útil para projetos recém especificados. Vez por outra me pergunto se eu deveria ter me empenhado mais em fazer o processo de compra do Together andar mais rápido, mas acho que não. Teria sido um desperdício maior ainda me desviar da minha ocupação de desenvolvedor para desbravar o mundo desconhecido do processo administrativo de compra de software. Outras opcoes, como baixar o codigo fonte do Argo e desenvolver as funcionalidade eu mesmo eram custosas demais, e acabei deixando de lado. O software livre é uma tendencia interessante, cujas vantagens para os usuarios é inegavel, e para os desenvolvedores é quase sempre vantajoso. Determinar quais as condicoes em que vale a produzir um software livre é uma tarefa mais dificil do que parece.

Google Desktop Search

Acabo de testar a nova ferramenta do Google, o Google Desktop, e achei muito legal! Me pareceu muito poderoso ter o search engine do google disponível no meu próprio computador, e já estou planejando colocar no meu micro na Alesp também.

O mais bacana de tudo é poder clicar nas guias do google como se estivesse pesquisando na própria página deles. Ponto para o google!