boato

wi-fi na cabeça

Faz algumas semanas que eu tenho dor de cabeça como nunca tive antes. Chego a levar comprimidos comigo todos os dias. Hoje quando abri meu leitor de feeds vi a seguinte notícia no blog da Débora Fortes da Info:

Londres vive o pânico do Wi-Fi

A principal acusação contra o wi-fi é justamente, vejam só, a dor de cabeça. Sou particularmente refratário a este tipo de coisa. Nos estados-unidos é muito comum as redes de televisão, especialmente a abc, distribuir medo a todos, como bem demonstrou Michael Moore no seu premiado “Tiros em Columbine“. Aliás as notícias do medo estariam, segundo Moore, associadas a cultura protestante dos imigrantes europeus.

Por isso eu vou preferir a minha postura cética que escolhi espontaneamente ao longo dos anos e deixar meu wi-fi ligado. Vai ficar ligado pelo menos até algum estudo sério provar que ele faz mau a saúde. Uma explicação muito mais factível para a dor de cabeça é o estresse, a alimentação e a falta de consumo de água pura (e não aquelas águas que a Bárbara falou em seu blog) em quantidades adequadas. Depois de arrumar isso e continuar a ter dores de cabeça eu posso pensar em desligar o wi-fi, certo?

Os Segredos do Código

Literatura: pesquisa histórica de Dan Burstein.

Particularmente não gostei. Esse livro foi praticamente empurrado na compra do Código da Vinci, e seu sucesso de venda só se justifica pelo próprio livro do Dan Brown. Eu dou uma estrela para este livro por ser melhor que todos os demais livros lançados soba aba do Código da Vinci. Praticamente toda linha religiosa comentou o livro de Dan Brown, e eu dispenso as críticas religiosas por um motivo bem simples: Dan Brown é pipoca, diversão. Lógicamente tem muita gente que leva a sério o sacrilégio, e estão dispostos a fazer briga em defesa de idéias religiosas. Cheguei a ser convidado a discutir o Código por colegas que freqüentam a igreja e tinham aprendido um batalhão de argumentos contra o livro… sem jamais ter lido o livro de fato.

Tem louco para tudo!

Notas Falsas

Outro dia vi de relance uma matéria sobre notas falsas, mas desinteressado, não assisti. Pois é: hoje mesmo eu organizava algumas notas em minha carteira quando reparei algo estranho naquela nota de R$1 mais nova; o número 1 das costas era ligeiramente mais clara que das outras duas. Curioso, passei a examinar melhor a nota, e ao procurar a marca d’água! Ué! Cadê a marca d’água?! Pois é. Não haviam nem marca d’água nem a tal fitinha preta. Haviam até as fibras coloridas, o número de série, etc., mas a marca d’água e a fitinha, nada. Eu tinha em minhas mãos uma legítima nota falsa (eheh). Guardei a nota dentro de um baúzinho onde mantenho uma coleção numismática nacional (não é todo dia que se encontra um nota falsa, né?) Acontece que eu sinceramente nunca tive medo de notas falsas aqui no Brasil, mas a estabilização econômica abriu espaço a esse tipo de crime. Com Cruzeiros só se lavava notas ao se esquecer aquele troco da padaria no bolso da calça, eheh.