Neste último fim-de-semana prolongado eu fui à Sampa. Ônibus com ar condicionado é uma maravilha, não é mesmo? Detalhe que o passageiro ao meu lado cheirava cana e um distinto, no fundo do ônibus, acendeu o seu gracioso cigarro por umas três vezes durante a viagem, deixando o ônibus irrespirável. Levantei a fim de encontrar o “autor da obra”, mas não ví nada; talvez por sono. ‘Inda bem. Ia acabar fazendo o maior escândalo
Falando em escândalo, encontrei com o meu amigo James, que me mandou uma carta bem interessante nas últimas semanas. Perguntei se ele queria transformar a carta em coluna para a B Connection. A resposta é que logo vocês poderão ver a homepage dele aqui, na B Connection. Ainda no mesmo quarteirão encontrei o Claudio Woerle (colunista do Futura). Encontrei-o quando saía da casa de minha irmã. Ele estava na casa de sua avó; a mesma casa que nós brincávamos a 7 anos atrás, quando eu e o Claudio estavamos na 2ª série. No ano seguinte eu fui para outra escola e só nos vimos novamente ano passado no interior paulista e, quem diria, estudando na mesma sala
É interessante observar que o Claudio trouxe pra casa da avó o seu computador, para não passar o weekend sem fuçar um pouquinho. Mostrei pra ele uns efeitos no PhotoShop e jogamos, junto de sua prima Angélica, títulos clássicos como Mario Bros., etc…
Andei assistindo uns videos da Adobe sobre o PhotoShop. Excelente! Vem junto do CD-ROM original, com videos in english sobre os recursos básicos, avançados e novos features da versão 3. Assiti a todos como um esganado, principalmente o avançado, mas como eu estava muito cansado não conseguí ter um aproveitamento que eu considerasse satisfatório. Segunda eu passei na avenida paulista com minha mãe, e não é a toa que ela foi escolhida como simbolo da cidade: praticamente só há predios e de boa altura, com raras exceções como uma lojinha da MacDonalds que pertencia à família Matarazzo, e hoje está tombada pelo patrimonio histórico. Esse negócio de pendurar quadros de neon nos prédios já é coisa do passado. Eu ví uns dois telões de cristal líquido com pelo menos 256 cores (eu acho que tinha 16 mil) com as últimas notícias e comerciais. E a calçada, democrática como sempre, trazia todos os tipos: de mendigos à executivos japoneses que ainda tentam aprender a língua tupiniquim. Tinha até uma Drag Queen com uns óculos enormes, mas estava po sinal muito mal produzida: não tinha nem peitos; quem dirá coxas