humor

Pleonasmo por Nós na Fita

Nós na Fita é um espetáculo de stand up comedy brasileiro. O espetáculo satiriza situações do dia-a-dia. Fez enorme sucesso desde sua estreia na cidade do Rio de Janeiro, em 2004. Estou trazendo um trechinho da peça que o meu cunhado indicou: fala sobre a irritação pelo uso que as pessoas fazem do pleonasmo no dia a dia quotidiano 🙂

Se a Receita Culinária Fosse Feita em um Parlamento…

Se você não é advgado nem funcionário público talvez nunca tenha tido um bom motivo para ler meia dúzia de leis que tratam de um mesmíssimo assunto. A Ana Paula fez um exercício divertido: fez uma receita de bolos em um formato próximo do que seria se fosse uma lei. Clique aqui e veja como seria uma receita culinária se a mesma fosse feita em um parlamento.

Monty Python

O pé de Cupido, utilizado em Monty Python
O pé de Cupido, utilizado em Monty Python

Ontem assisti a dois episódios da primeira temporada do Monty Python, o 1º e o 13º. Tive um pouco de dificuldade em acompanhar as piadas em inglês, apesar da legendas (também em inglês). Assisti por recomendação do nerdcast, além da indicação de uma colega.

O programa é uma comédia britânica de 1969, meio psicodélica. Eu me senti totalmente perdido, mas foi curioso 🙂

A Melhor Explicação da Crise de Crédito

Depois de ler uma matéria chamada “A crise americana bem explicada”, recebi por email uma explicação ainda melhor. Não chega a ser a versão em quadrinhos, mas é a melhor tradução da crise do subprime.

É assim ó:

O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e vinha tendo um fornecimento alto de cachaça que vinha do alambique, porque desse jeito ele pagava menos por litro de pinga. Só que se ele compra mais pinga do que os bêbados bebem, ele acaba com muita pinga estocada.

Pra evitar que a pinga fique parada, ele precisa aumentar o giro dessa pinga. Pra aumentar o giro, ele tem que facilitar o consumo. Então ele decide que vai vendercachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capítais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia se dana.

Simples não?