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Backup Esperto com o Dropbox

Logo do Drop BoxFazer backup é importante, mas é uma tarefa enfadonha. Nas últimas semanas conheci um serviço muito bom de backup que torna a tarefa de backup super fácil. O serviço se chama dropbox.

Como funciona: na instalação é criada uma pasta especial chamada DropBox. Todo arquivo que você salva ali dentro é mandado para a nuvem. O backup é diferencial: se você estiver editando um texto de várias páginas e só alterar um parágrafo, somente este parágrafo é enviado, tornando o processo rápido e economizando banda de internet.

Espaço: o serviço oferece 2Gb gratuitos, e se você precisar de mais espaço o serviço pode ser contratado. Dependendo da sua necessidade pode ser interessante.

Compatibilidade:  tenho utilizado o serviço em um computador com Windows e outro com linux ubuntu, e programa funciona bem nas duas plataformas, inclusive os acentos (qualquer unicode, na verdade).

Confiabilidade: eu não faço ideia de quem detém o capital do dropbox, então por enquanto eu não tenho colocado informações sensiveis na minha pasta do dropbox.

Jabá: para assinar o Dropbox clique aqui e crie a sua conta gratuita com 2,25Gb!

Celular Sem Operadora

Telefone celular com capa de bananaOntem o Sergio Amadeu escreveu em seu blog um post com um título tentador: “Celular Sem Operadora: Seria Viável a Gratuidade na Comunicação?”. Trata-se de uma idéia que o próprio Sérgio Amadeu já tinha levantado anteriormente ainda que de forma um pouco diferente. Na matéria que publicou ontem ele descreve uma comunicação que seria feita entre o telefone celular e uma rede sem fio pública, oferecida pelo Estado. O Estado ofereceria acesso gratuito ao cidadão que possui um celular com capacidade de se conectar a internet e as ligações seriam feitas sem custos para outros celular ou computador também ligado a internet.

Hoje em dia os celulares com tecnologia suficiente para realizar tal proeza em wi-fi não sai por menos de R$ 950,00 sem o subsídio da operadora de celular. Em outras palavras, se depender do custo de mercado hoje somente uma faixa bem restrita de cidadãos poderia se beneficiar de um serviço como esse. Mas algum dia no futuro os celulares poderão vir com esse recurso por um preço realmente acessível.

Mas o que me chamou a atenção mesmo na matéria foi a seguinte provocação do Sérgio Amadeu:

Aí vêm a turma do Kptal perguntando: quem paga? é gratuito?

Trabalhador usando telefone celularVou responder como colega: ainda que eliminássemos a moeda das relações sociais o oferecimento de tal rede geraria trabalho humano. E quem deveria trabalhar para que todos usufruam do serviço?

Agora com termos um pouco menos marxistas: para montar uma rede dessas, manter o link e os equipamentos em funcionamento é necessário dinheiro. Se esse dinheiro for pago pelo Estado então ou sobrará menos dinheiro para outros serviços públicos ou o contribuinte pagará mais dinheiro ao Estado. Qualquer explicação diferente é quimera. O fato que o dinheiro do Estado que deve ser utilizado para oferecer transporte, saúde e educação passaria a ser gasto também com comunicação.

Agora eu devolvo a bola: é justo que o Estado e o contribuinte custeie a comunicação do cidadão? Minha opinião é que é injusto, pois o maior beneficiário hoje seriam os mais ricos, e eu acho injusto o Estado beneficiar aos ricos em detrimento dos mais pobres.

Bolsinhas de CD

A Micro$oft andou distribuindo CDs por aí com uns live qualquer coisa: nada que não seja distribuido por download na internet. Eu recebi os dois CDs que estão na foto do lado: um no Campus Party (o que não se faz por um capuccino grátis, hein Vinícius?), e outro veio com uma revista. Um colega meu que usa linux recebeu um destes CDs junto da sua assinatura da revista, e me perguntou o que ele deveria fazer com o disquinho.

A minha irmã Sandra tem uma ótima sugestão no blog dela: bolsinhas de CD a Yohanah já está usando a bolsinha dela que a tia fez 😉

Bolsinha de CD

Se você tiver uma outra sugestão do que fazer com esses CDs promocionais chatos deixe o seu comentário aqui.

Celular do Skype é lançado e permite ligações de graça

Um avanço interessante esse telefone celular que permite usar o skype [veja a notícia no Estadão].

O problema é que para usar o skype é necessário assinar internet no celular, e isso tem preço. Até aí tudo bem. Uma vez assinante você pode falar a vontade para outros usuários do skype. Ligações para telefone fixo não podem ser feitas pelo telefone com o skypeout. Ou seja, se fizer uma ligação local, interurbana ou internacional, o que vale é a tarifação da sua operadora, pois o skypeout está desabilitado.

O ideal seria um skype que pudesse ter skypeout e skypein. O skypout permite ligações a preços baratos para telefones convencionais, e o skypein é uma linha fixa que pode ser alugada por um ano a R$80,00.

Note que a tecnologia para utilizar skypein e skypeout estão presentes no telefone, porém bloqueadas. Sabe qual é o problema? O problema esbarra são as operadoras de telefonia, que não estão dispostas a perder terreno para o voz sobre ip (Voip). Mas um dia vão perder. É uma questão de tempo.

Proibição de Venda Casada

No último dia 15 a Info noticiou proposta da deputada federal Raquel Teixeira de proibir a venda casada de hardware com software, seja ele sistema operacional ou aplicativo.

A proposta é interessante pois tem a intenção de combater o monopólio da Microsoft, mas prejudica o consumidor. O consumidor precisa de um hardware com software pré-instalado, que ele ligue e já possa usar. Além disso existem os computadores de grande porte que podem não ter opção de sistema operacional, e a proposta simplesmente perde o sentido neste caso em que só seria gerado maiores problemas para consumidores e vendedores.

A proposta em questão poderia ser melhorada no sentido de dar incentivos fiscais aos fabricantes que dão opção de venda de seus hardwares com programas livres. De certa forma é o que acontece com o programa de financiamento do governo federal, mas ele poderia ser aprimorado. O programa do governo federal só beneficia computadores pessoais de baixo custo. A insenção fiscal a computadores com opção de venda sistema operacional livre poderia ser levada a todos os computadores, independente de valor e aprovação pelo programa do governo.

Estou encaminhando este comentário para a deputada Raquel Teixeira e para o deputado federal Walter Feldman aqui de São Paulo, recomendando o apoio a esta proposta porém com alterações.

O que você faz de diferente quando não está na frente do computador?

O Elcio Ferreira me convidou para a brincadeira que o Nando Vieira começou em seu blog. De cara eu fiquei receoso de ficar com imagem de nerd que não sai da frente o computador. Quando descobri que a Daniele Viana teve o mesmo receio que eu tive eu fiquei mais tranquilo, mesmo porque ela se saiu muito bem. Então vamos lá:

  • Eu também assisto aos episódios de Heroes, Lost e 24 Horas, todos baixados pela internet, porque a qualidade é melhor que na TV e eu controlo o horário de assistir. Assim como a Daniela, eu assisto no sofá 🙂
  • Eu gosto muito de comer, ou a frase correta seria “eu gosto de comer muito”? Eu gosto de comer salada com frango, torteloni, sashimi, gyoza e moyashi refogado com bastante shoyu. Quando estou assistindo tv eu como pão de queijo e nuggets de frango. Isso me leva a outro costume:
  • Eu faço academia umas três vezes por semana; em geral menos. Faço uma sessão chata de musculação mas o que eu gosto mesmo é das aulas de body combat da Adriane, de onde eu saio me sentindo o próprio Naruto 🙂 Eu também gostava muito de correr. Eu costuma correr sempre que me sentia confuso ou bravo com alguma situação. Desde o fim de minha adolecencia eu corria, mas depois de fazer a Meia Maratona do Rio eu fiquei com uma lesão no joelho e não consigo correr mais que 10 minutos… é avida.
  • Eu gosto muito de ouvir música. Não costumo ouvir um gênero específico. Das músicas populares, bregas mesmo, eu faço uma seleção que depois eu junto no podcast (nerds!). Mas eu gosto de classicos como Grieg, teen como a Abril, Soul como o Ray Charles e quando eu fico estressado com alguma pressão social o jeito é chamar o Ozzy Osbourne.
  • Adoro jogar poquer com os amigos. Costumo jogar na casa do meu colega Aurélio e da minha irmã Sandra.
  • Gosto de passar o tempo com duas garotas que mexem muito comigo: a Ana Paula e a Yohanah. Passear em um parque, ir ao teatro ou simplesmente jogar conversa fora.

Existem coisas que eu costumava fazer, mas que não tenho feito nos últimos meses. Mas quem sabe eu volte a fazer:

  • Eu costumava pintar óleo sobre tela e desenhar com lápis ou fusein. Até fui atrás desse desenho de 1994.
  • Eu já fiz várias tentativas de criar conteúdo. A primeira foi um jornal chamado O Arroto, que editei no IPAE. Depois disso tentei um jornal de informática no 2º grau chamado Futura, que teve 4 edições e está arquivado na biblioteca central no UNASP de Engenheiro Coelho. Fiz uma coluna chamada Antena Nikiti enquanto morei em Niterói, e depois fiquei sem fazer nada até este blog nascer.
  • Eu lia bastante livros de humanidades em geral. Fiz até um curso superior disso, ahah. Mas faz meses que eu não cultivo o hábito.

Quem eu conheço que faz blog e eu convido para a brincadeira são:

Abraços.