londres

Papéis de Parede do Oriente Médio

Uma seleção de fotos do Oriente Médio, e Londres, tiradas pela Ana Paula (e alguma por mim) em outubro de 2010. Todas as fotos tem aspecto de paisagem para se encaixar como papéis de parede.

ps: como as imagens tem boa resolução, demora um bocado para ampliar.

ps2: todas as fotos estão sob licença creative commons. Use e distribua a vontade, mas cite o autor.

Essas fotos não foram tiradas no Egito

Essa é uma galeria de fotos que não foram tiradas no Egito. Foram tiradas antes de chegar no Egito. Alguns egípcios reclamam um bocado porque muitas coisas interessantes foram levadas para museus europeus. Aqui está uma foto de um obelísco à beira do rio Tamisa, proveniente da ilha Filae. Além disso vimos um bocado de outras coisas no museu britânico antes de embarcarmos para a terra dos faraós.

ps: hoje, dia 16, eu visitei o museu do Cairo. Na minha opinião é uma boa ideia manter alguns artefatos longe daqui: eles estão sem espaços para organizar a vasta coleção do museu. Além do mais uma boa parte das coisas não tem descrição. Quem sabe com o novo prédio o museu do Cairo não se endireita, né?

ps2: não temos nenhuma foto do interior do museu do Cairo. Por lá as câmeras de fotografar são proibidíssimas! Continuar a ler

Greenwich and the Tower Bridge

Próximo a Londres fica Greenwitch e a principal escola naval. É lá que a se desenvolveu importantes estudos de navegação. Visitamos o observatório onde foi definido o meridiano zero, e na volta comemos pierogi (como assim, né?) no mercado.

De volta a Londres pegamos a Tower Bridge já de noite. Continuar a ler

Londres e Pato de Pequim

Ficamos no Generator hostel que é bem grande e fica próximo ao British Museum. Ah, a foto é do museu 🙂

Uma reprodução da fauna africana em frente ao British Museum
Uma reprodução da fauna africana em frente ao British Museum

Não seria bacana ter uma loja com um montão de chás perto de casa? Eu adoro chá. É pena a minha mala ser tão pequena 🙁

Lojinha de chá
Lojinha de chá

Fomos andando até o bairro de Chinatown, e é incrível a quantidade de restaurantes: cozinha de Pequim, Guandong (Cantão), Shenzhen, Mongólia… Comemos um baozi de ovo e ervas feito no vapor e depois experimentamos o Pato de Pequim no Hung’s. É interessante, mas não sei se vou comer de novo tão cedo 😮

Portal no bairro de Chinatown
Portal no bairro de Chinatown
Restaurante Hung's, com patos exposto na vitrine
Restaurante Hung’s, com patos exposto na vitrine
Aqui estou eu comendo um pato de Pequim
Aqui estou eu comendo um pato de Pequim
O Pato de Pequim
O Pato de Pequim
Foto básica, ao lado da cabine telefônica com o relógio do parlamento ao fundo
Foto básica, ao lado da cabine telefônica com o relógio do parlamento ao fundo
London Eye (a roda gigante) com o barco turístico em primeiro plano
London Eye (a roda gigante) com o barco turístico em primeiro plano

wi-fi na cabeça

Faz algumas semanas que eu tenho dor de cabeça como nunca tive antes. Chego a levar comprimidos comigo todos os dias. Hoje quando abri meu leitor de feeds vi a seguinte notícia no blog da Débora Fortes da Info:

Londres vive o pânico do Wi-Fi

A principal acusação contra o wi-fi é justamente, vejam só, a dor de cabeça. Sou particularmente refratário a este tipo de coisa. Nos estados-unidos é muito comum as redes de televisão, especialmente a abc, distribuir medo a todos, como bem demonstrou Michael Moore no seu premiado “Tiros em Columbine“. Aliás as notícias do medo estariam, segundo Moore, associadas a cultura protestante dos imigrantes europeus.

Por isso eu vou preferir a minha postura cética que escolhi espontaneamente ao longo dos anos e deixar meu wi-fi ligado. Vai ficar ligado pelo menos até algum estudo sério provar que ele faz mau a saúde. Uma explicação muito mais factível para a dor de cabeça é o estresse, a alimentação e a falta de consumo de água pura (e não aquelas águas que a Bárbara falou em seu blog) em quantidades adequadas. Depois de arrumar isso e continuar a ter dores de cabeça eu posso pensar em desligar o wi-fi, certo?