O que você faz de diferente quando não está na frente do computador?

O Elcio Ferreira me convidou para a brincadeira que o Nando Vieira começou em seu blog. De cara eu fiquei receoso de ficar com imagem de nerd que não sai da frente o computador. Quando descobri que a Daniele Viana teve o mesmo receio que eu tive eu fiquei mais tranquilo, mesmo porque ela se saiu muito bem. Então vamos lá:

  • Eu também assisto aos episódios de Heroes, Lost e 24 Horas, todos baixados pela internet, porque a qualidade é melhor que na TV e eu controlo o horário de assistir. Assim como a Daniela, eu assisto no sofá :)
  • Eu gosto muito de comer, ou a frase correta seria “eu gosto de comer muito”? Eu gosto de comer salada com frango, torteloni, sashimi, gyoza e moyashi refogado com bastante shoyu. Quando estou assistindo tv eu como pão de queijo e nuggets de frango. Isso me leva a outro costume:
  • Eu faço academia umas três vezes por semana; em geral menos. Faço uma sessão chata de musculação mas o que eu gosto mesmo é das aulas de body combat da Adriane, de onde eu saio me sentindo o próprio Naruto :) Eu também gostava muito de correr. Eu costuma correr sempre que me sentia confuso ou bravo com alguma situação. Desde o fim de minha adolecencia eu corria, mas depois de fazer a Meia Maratona do Rio eu fiquei com uma lesão no joelho e não consigo correr mais que 10 minutos… é avida.
  • Eu gosto muito de ouvir música. Não costumo ouvir um gênero específico. Das músicas populares, bregas mesmo, eu faço uma seleção que depois eu junto no podcast (nerds!). Mas eu gosto de classicos como Grieg, teen como a Abril, Soul como o Ray Charles e quando eu fico estressado com alguma pressão social o jeito é chamar o Ozzy Osbourne.
  • Adoro jogar poquer com os amigos. Costumo jogar na casa do meu colega Aurélio e da minha irmã Sandra.
  • Gosto de passar o tempo com duas garotas que mexem muito comigo: a Ana Paula e a Yohanah. Passear em um parque, ir ao teatro ou simplesmente jogar conversa fora.

Existem coisas que eu costumava fazer, mas que não tenho feito nos últimos meses. Mas quem sabe eu volte a fazer:

  • Eu costumava pintar óleo sobre tela e desenhar com lápis ou fusein. Até fui atrás desse desenho de 1994.
  • Eu já fiz várias tentativas de criar conteúdo. A primeira foi um jornal chamado O Arroto, que editei no IPAE. Depois disso tentei um jornal de informática no 2º grau chamado Futura, que teve 4 edições e está arquivado na biblioteca central no UNASP de Engenheiro Coelho. Fiz uma coluna chamada Antena Nikiti enquanto morei em Niterói, e depois fiquei sem fazer nada até este blog nascer.
  • Eu lia bastante livros de humanidades em geral. Fiz até um curso superior disso, ahah. Mas faz meses que eu não cultivo o hábito.

Quem eu conheço que faz blog e eu convido para a brincadeira são:

Abraços.

Como é que se fala?

A primeira página do meu livro de português do 2º grau tratava do ruído na comunicação. O ruído é qualquer elemento que prejudique a decifragem da mensagem emitida. Às vezes o sotaque é um ruído.

Navegando pelo multiply encontrei um post de uma música muito chique que eu recomendo a todos. Foi apresentado pelo Tokikawa com o nome de “O Corno do Orkut“, que talvez não seja o nome original, mas eu achei que pegou muito bem. Recomendo a todos e talvez eu coloque em um dos meus podcasts :)

Algo que me chamou a atenção é que o Tokikawa reclama da pronúncia do cantor, pois segundo Tokikawa Orkut deveria se pronunciar com o sotaque anglófono e não como lusófono :-S Isso gerou uma rápida troca de mensagens que pode ser vista no própprio site dele, onde eu argumento que Orkut tem origem árabe, ou coisa do gênero, e que poderíamos pronunciar como brasileiros mesmo, e recebi de volta um link do próprio site indicando a “pronúncia correta” para orkut.

Perdi a discussão, mas achei curioso. Eu vou continuar a pronúnciar como todo mundo, mas só para evitar ruídos desnecessários. Quando lançaram o CD-ROM eu li a notícia logo cedo, afinal sempre fui aficionado por tecnologia. E eu li “cidi rom” antes de ouvir algo que me dói ao ouvido demais: “cedê rum”. Eu achei um absurdo o “rum” que todo mundo adotou como pronúncia oficial, e fiz minha batalha individual bravamente: pronunciava a nova sigla diferentemente de todos. Dizia “cedê rom”. Estava certo, eheh! Pena que ninguém ligava, ou pior, corrigia ou pedia para explicar se o meu “cedê rom” era diferente do “cedê rum”.