Se a Receita Culinária Fosse Feita em um Parlamento…

Se você não é advgado nem funcionário público talvez nunca tenha tido um bom motivo para ler meia dúzia de leis que tratam de um mesmíssimo assunto. A Ana Paula fez um exercício divertido: fez uma receita de bolos em um formato próximo do que seria se fosse uma lei. Clique aqui e veja como seria uma receita culinária se a mesma fosse feita em um parlamento.

Carro amarelo


Carro amarelo, upload feito originalmente por felipesp.

Segundo a minha amiga Mara, carro grande é coisa de homem que tem pinto pequeno e que tenta compensar comprando um carro grande.

Se for assim esse carro aí ao lado é o carro do pintudão!

Curso de Ajax

Atenção: em breve neste blog estarei ministrando um super curso falando tudo sobre esta maravilha da modernidade que conhecemos como ajax!

Como prova da qualidade do material que tenho coletado para este curso, envio esta imagem da minha pesquisa de campo, lembrando a todos que estou aberto a sugestões para melhorar o conteúdo do curso.

ps: espero que os meus colegas da Visie não morram de inveja do meu curso, eheh.

Um Velório Inusitado

Um jovem recém chegado na cidade foi surpreendido com a notícia de que um colega de trabalho seu havia falecido e seria enterrado naquela tarde.

Chateado com a situação procurou saber onde seria o velório e para lá partiu.

Ao chegar, viu que no caixão estava o morto inteiramente nu e ao lado um grande pote cheio de creme, no qual cada um dos presentes metia a mão e após apanhar um pouco, passava sobre o defunto.

Surpreendido pela cena, coisa inusitada para ele, aproximou-se da esposa e perguntou:

- Desculpe-me a ignorância, mas o que estão fazendo é tradição por aqui?

Ao que a esposa respondeu:

- Não! É algo inusitado. Nunca fizemos. É que ele pediu para ser cremado

Meu Filho é Viado, Doutor?

Desconfiado das atitudes do filho, o pai leva o garoto ao psicólogo para descobrir se seu filho é homossexual.

O Dr pergunta ao garoto:

- Qual o vegetal que você mais gosta?
(Meu Deus, ele vai dizer cenoura ou pepino – pensa o pai).
- Chuchu – responde o garoto.
(Ufa! – pensa o pai).
- Qual seu número preferido? Pergunta o Dr.
(24! – pensa o pai).
- 111 – responde o filho.
(Ufa! Pensa o pai).
- Qual o animalzinho que você gostaria de criar?
(Cordeirinho, carneirinho, viadinho, ai meu Deus, o que esse moloque vai responder?! – pensa o pai).
- Jacaré! – diz o filho.
(Ufa! Aliviado fica o pai).
O que você quer ser quando crescer? -pergunta o Dr.
(cabeleireiro, alfaiate, estilista – pensa o pai).
- Advogado – responde o filho.
- Que fruta você mais gosta? – pergunta o médico.
(Até aqui tudo bem, pensa o pai).
- Jabuticaba, afirma o menino.
O moleque deixa a sala e o pai aliviado, diz para o médico:

- Meu filho é um MACHÃO de primeira linhagem não é Dr?
E o Dr. Responde:
- Seu filho é gay assumido:
- Chuchu, dá o ano inteiro…
- 111 é um atrás do outro…
- Jacaré se defende dando o rabo…
- Advogado vive de vara em vara…
- Jabuticaba é a única fruta que nasce e morre grudada no pau!
Portanto, VIADÃO mesmo!!!

O Julgamento da Velhinha

Juiz: Qual sua idade?

Velhinha: Tenho 81 anos.

Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado???

Velhinha: Claro doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim-de-tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado.

Juiz: Você o conhecia?

Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável…

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa.

Juiz: A senhora o deteve?

Velhinha: Não.

Juiz: Porque não?

Velhinha: Foi agradável. Ninguém nunca mais havia feito isto comigo desde que meu Ariovaldo faleceu, há 30 anos.

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Acredito que pelo fato de não tê-lo detido, ele começou a acariciar meus seios.

Juiz: A senhora o deteve então?

Velhinha: Mas claro que não, doutor…

Juiz: Por que não?

Velhinha: Porque, Meritíssimo, ele me fez sentir viva e excitada. Não me sentia assim há anos!

Juiz: O que aconteceu depois?

Velhinha: Ora Senhor Juiz, o que poderia uma mulher de verdade, ardendo em chamas, já de noitinha, diante de um jovem ávido por amor? Estávamos a sós, e abrindo as pernas suavemente, disse-lhe: me possua, rapaz!

Juiz: E ele a possuiu?

Velhinha: Não. Ele gritou: 1º de abrillllllll! Foi aí que eu dei um tiro naquele $%#%$!!!

Carta de um brasileiro devedor

Carta de um brasileiro, devedor, como todos nós, mas um pouco mais cara-de-pau que alguns de nós.

A carta é verídica e foi publicada na Folha, divulgada pelo próprio Clube de Dirigentes Lojistas de são Paulo.

A correspondência foi enviada pelo devedor a uma das várias lojas credoras, conforme ele mesmo informa na sua correspondência.

“Prezados Senhores,

Esta é a oitava carta jurídica de cobrança que recebo de Vossas Senhorias… Sei que não estou em dia com meus pagamentos. Acontece que eu estou devendo também em outras lojas e todas esperam que eu lhes pague. Contudo, meus rendimentos mensais não permitem que eu pague duas prestações no fim de cada mês. As outras, ficam para o mês seguinte.

Estou ciente de que não sou injusto, daquele tipo que prefere pagar esta ou aquela empresa em detrimento das demais. Ocorre o seguinte… Todo mês, quando recebo meu salário, escrevo o nome dos meus credores em pequenos pedaços de papel, que enrolo e coloco dentro de uma caixinha. Depois, olhando para o outro lado, retiro dois papéis, que são os dois “sortudos” que irão receber o meu rico dinheirinho. Os outros, paciência. Ficam para o mês seguinte.

Firmo aos senhores, com toda certeza, que sua empresa tem constando todos os meses na minha caixinha. Se não os paguei ainda, é porque os senhores estão com pouca sorte. Finalmente, faço-lhes uma advertência: Se os senhores continuarem com essa mania de me enviar cartas de cobrança ameaçadoras e insolentes, como a última que recebi, serei obrigado a excluir o nome de Vossa Senhoria dos meus sorteios mensais.

Sem mais, Obrigado.”