I have a house where I go
When there’s too many people,
I have a house where I go
Where no one can be;
I have a house where I go,
Where nobody ever says “No”:
Where no one says anything – so
There is no one but me.
[ A. A. Milne ]
I have a house where I go
When there’s too many people,
I have a house where I go
Where no one can be;
I have a house where I go,
Where nobody ever says “No”:
Where no one says anything – so
There is no one but me.
[ A. A. Milne ]
Na área de poesias eu selecionei algumas poesias minhas, duas poesias de meu pai além da poesia do cume que aprendi quando estava na 7ª série. Entre as poesias de minha autoria encontra-se a mais recente: “Flor do Láscio”, datada de julho deste ano. A identidade da infeliz destinatária eu deixo oculto… quem sabe eu não o revele em meu livro de memórias póstumas?…
Flor do Láscio
Ó pequena flor do láscio,
Pequena e delicada.
Que te abrem as pétalas,
Colo opulento e ofegante
Revela pois feminilidade,
Miríades e miríadas.
Faço-lhe, porém, descaso,
Mas me dás afeto.
Dou-lhe o gelo,
E me volves fogo.
Phill Melon
Niterói, 4/7/97