política

Eleições 2010 e deputado Bruno Covas

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Faz 8 anos que entrei na Assembleia Legislativa,dois dos quais trabalho diretamente com a equipe do deputado Bruno Covas, do PSDB.

Muito dinâmico, o deputado é capaz de inspirar em sua equipe a disposição para desempenhar o serviço com espírito republicano; com respeito ao eleitor.

Nessas eleições tivemos a felicidade de ver o trabalho do Bruno ser duplamente reconhecido: foi avaliado o melhor deputado estadual pela ONG Voto Consciente e posteriormente foi o mais bem votado pelo voto popular.

Parte importante desta campanha foi feita por amigos, familiares e militantes que, acreditando no neste trabalho, fizeram um trabalho voluntário de divulgação. Muito obrigado!

Daqui pra frente é aperfeiçoar ainda mais o trabalho em respeito aos mais de 239 mil votos alcançados.

Ampliando o direito de defesa

O presidente da OAB-SP defendeu hoje, na coluna debates da Folha de S. Paulo, aspectos do projeto de reforma do Código de Processo Penal apresentado no Congresso Nacional. Eu não entendo de direito, mas lendo a coluna tive uma sensação ruim.

Fiquei imaginando como ficaria a situação de três tipos de réus:

  1. o ladrão de botijão de gás
  2. o assassino de classe média
  3. o homem público que roubou um dinheirão do povo

Infelizmente o que normalmente esperamos é que quanto maior a situação social do réu maiores são as condições dele usar os instrumentos legais adequados para protelar o trabalho da justiça. Grosso modo: o dinheiro compra a liberdade e eventualmente até a inocência. Imagine como ficaria o caso de Paulo Maluf, condenado várias vezes por roubalheiras mas nenhuma vez em caráter definitivo. Se para um cidadão desse é possível protelar tanto o julgamento, imagine se ampliarmos ainda mais o direito de defesa?

Se a ampliação de defesa do réu for servir para ampliar a defesa dos ricos essa reforma é uma vergonha para nós brasileiros que acreditamos na igualdade entre os homens, independente da situação social que ele tenha.

A desvalorização do dólar e o declínio dos EUA

Bandeira americana com pôr-do-sol

The rise and fall of the great powers cover

Os Bancos Centrais de países emergentes estão comprando ouro ao invés de moedas estrangeiras para suas reservas. Com a perda de credibilidade das principais moedas como o dólar, se os EUA aumentarem o déficit para fugir de uma deflação, a Europa terá de fazer o mesmo para evitar a apreciação do euro em relação ao dólar segundo os analistas…

frase publicada no Boletim da ADVFN.

Em 1989 Paul M. Kennedy lançava o seu livro “The rise and fall of the great powers“, um trabalho de analise da história dos grandes impérios mundiais. Quebrando a tradição de não fazer previsões sobre o futuro este cientista político diagnostica a queda da União Soviética, o crescimento do Japão e China e o declínio gradual dos Estados Unidos. Hoje eu quero fazer algumas considerações sobre o dólar e como o seu poder econômico esta ligado ao poder político dos Estados Unidos, uma potência em declíno.

Como o dólar se tornou a moeda de troca internacional?

Ao final da Segunda Guerra os países capitalistas adotaram o dólar como moeda de troca internacional. Isso significa que quando dois países capitalistas trocam mercadorias a moeda preferencial é o dólar. Na época o Reino Unido se empenhou para que a moeda internacional fosse uma moeda nova, controlada por um banco central internacional. Acontece que todos os países capitalistas saíram quebrados da guerra e os EUA ditaram a regra do sistema financeiro internacional capitalista que foi estabelecido pelo acordo de Bretton Woods. Como garantia os EUA garantiram o lastro com o ouro, mas esse compromisso foi quebrado em 1971, durante a administração de Nixon.

Dólar: moeda doméstica e moeda internacional

Isso leva o dólar a uma peculiaridade: ao mesmo tempo ele é a moeda de uma nação e a moeda de troca internacional. Uma moeda doméstica pode ser manipulada pelo governo para atender demandas da economia do país. O banco central pode emitir mais ou menos moedas, comprar ou vender para aumentar ou diminuir sua liquidez, por exemplo. Quando o Banco Central brasileiro faz isso ele esta interferindo no Real e portanto na economia doméstica brasileira.

Em 1998 quando o real foi fortemente desvalorizado a economia brasileira sentiu o baque de ter a moeda de trocas internacionais fortemente valorizada em pouco tempo. Mas essa mudança na economia só foi sentida na economia do real, ou seja, somente no Brasil.

Com o dólar é diferente: se o banco central norte-americano (FED) usa alguma política monetária o mundo todo sofre as consequencias. O cidadão comum norte-americano é afetado diretamente pois ele recebe o seu salário e tem suas despesas em dólar. O dólar é a sua moeda doméstica. Já o resto do mundo sofre porque as mercadorias que são comercializadas entre os países são trocadas em dólares.

Limites da democracia sobre a moeda internacional

Isso faz com que o indivíduo que trabalha ou consome fora dos EUA sofra os impactos da política econômica norte-americana sem que estes indivíduos tenham poder político sobre a economia do dólar. Se um cidadão avalia que a política econômica de seu país esta prejudicando ele pode punir o governo votando em um partido de oposição. Com isso o cidadão tem como interferir na política econômica.

Já quando o assunto é política econômica internacional o eleitor que mora fora dos EUA pouco pode fazer. Somente os eleitores norte-americanos têm algum poder plebiscitário nessa matéria.

Até onde o mundo continuará usando o dólar?

A AFP noticiou que o “ouro voltou a bater recorde” e aponta a desvalorização do dólar como causa. Como o dólar esta se desvalorizando é mais seguro (e barato) ter ouro na mão para garantir a liquidez das moedas nacionais. Não é exagerado dizer que o mundo provavelmente vai deixar de usar uma moeda nacional como moeda internacional. O prazo para que isso aconteça, contudo, é uma incógnita. Antes do dólar outras moedas desempenharam este papel, mas sempre que o futuro se demonstra incerto o ouro desponta como alternativa real.

Futuro: se os EUA continuarem a perder o seu poder em relação ao resto do mundo uma outra economia pode tentar impor sua moeda nacional no lugar do dólar como moeda internacional. Os europeus nunca deixaram de desejar um novo modelo financeiro internacional nestes moldes, e este assunto é bastante atual. Todavia eu acho improvável que o euro venha a se tornar a nova moeda internacional. A China que demonstra um grande potencial econômico tem um sistema financeiro insipiente e portanto nada confiável para que sua moeda venha desempenhar este papel.

Na minha opinião as nações passarão a usar gradualmente o ouro junto ao dólar para posteriormente firmar um pacto semelhante àquele sugerido pelo economista britânico: criar um banco central controlado societáriamente por vários países e que mantenha uma moeda internacional.

Leia Mais:

http://www.economist.com/businessfinance/displayStory.cfm?story_id=14842922&source=features_box3

Se a Receita Culinária Fosse Feita em um Parlamento…

Se você não é advgado nem funcionário público talvez nunca tenha tido um bom motivo para ler meia dúzia de leis que tratam de um mesmíssimo assunto. A Ana Paula fez um exercício divertido: fez uma receita de bolos em um formato próximo do que seria se fosse uma lei. Clique aqui e veja como seria uma receita culinária se a mesma fosse feita em um parlamento.

Políticas de Ensino Superior

Abertura do Seminário Ensino Superior numa Era de Globalização

Aconteceu nesses dias 3 e 4 de dezembro um seminário sobre ensino superior na Fapesp e eu estive envolvido por meio do Instituto do Legislativo Paulista (ILP). O seminário foi realizado pela Assembléia Legislativa (Alesp) em conjunto com a Fapesp e dois núcleos de pesquisa da USP. O presidente da Alesp, deputado Vaz de Lima, se demonstrou bastante comprometido com o seminário que deve influenciar fortemente as políticas de ensino superior do Estado.

Me senti particularmente estimulado em participar deste seminário pois os estudos apontam para um modelo de ensino superior que havíamos defendido na juventudo do PSDB e no Congresso Estadual do PSDB em Praia Grande faz alguns meses. O Congresso é o espaço onde o partido decide quais são as teses que vão direcionar as ações políticas em geral. Neste caso defendemos uma melhoria na política do ensino superior, que poderia ter uma atuação mais relevante na formação profissional e no desenvolvimento de inovações tecnológicas que levem nossos produtos a um patamar de competitividade internacional.

Hoje o Estado trata faculdade como ambiente de pesquisa e não como uma oportunidade para criar profissionais para o mercado de trabalho e melhorar a nossa economia. As expectativas da sociedade na verdade não são atendidas. Porque para a grande maioria das pessoas o mais importante não ter a melhor faculdade da América Latina na sua cidade ou no seu estado. O mais importante para o cidadão é saber que na sua cidade ou no seu estado existem oportunidades reais para que o seu filho possa se formar em uma instituição de ensino superior adequada e enfrentar o mercado de trabalho com dignidade.

O caso de sucesso analisado foi o Masterplan do estado Califórnia. A idéia é que uma parcela relativamente pequena, de cerca de 10% dos estudantes de ensino superior no estado tenham acesso aos cursos de pesquisa. São estudantes que têm pretensões de se tornarem professores, pesquisadores ou profissionais com especialização acadêmica. Os demais alunos ficariam em faculdades voltadas ao ensino mas sem pretensão de pesquisas acadêmicas. Cursos com esta características podem inclusive ter uma duração menor, o que de fato acontece na Califórnia, onde a legislação facilita a existência destes cursos. Adaptando para o cenário brasileiro, seria como ampliar a oferta de cursos de tecnólogos, com duração menor que os cursos tradicionais. Na Califórnia 80% dos alunos que se formam no ensino médio ingressam diretamente nos cursos de pequena duração, 10% vão para cursos de pesquisa e outros 10% vão para cursos regulares de 4 ou 5 anos de duração, mas sem foco em pesquisa.

Eu vejo duas vantagens em diversificar os investimentos em ensino superior da maneira exposta acima. Em primeiro lugar, manter um ensino superior de qualidade como o que temos em São Paulo é muito caro, e impossível de se estender a toda a população de possíveis alunos. Defender a manutenção do sistema como ele se encontra hoje é uma postura elitista, pois somente os mais ricos tem condições reais de receber um ensino superior no modelo atual. Em segundo lugar eu acredito que um modelo diversificado é melhor para os alunos, que na maioria das vezes não querem e não precisam de um preparo em uma instituição de excelência em pesquisas.

Quando eu entrei na Faculdade de Ciências Sociais da USP quase todos os colegas ficavam angustiados sobre o seu futuro profissional; porque a maioria tinha entrado para o curso pensando em alguma atuação no mercado, ou como professor de escola, ou como funcionário público, mas a pressão do meio acadêmico para que cada aluno se torne um pesquisador era muito grande. Não é a toa que dos 210 alunos que ingressam todos os anos neste curso, somente cerca de 40 conseguem terminar o curso. No curso de filosofia a taxa de desistência é ainda maior.

As apresentações do seminário foram muito interessantes, oferecendo um amplo quadro comparativo das políticas públicas de ensino superior em diversos países. Da palestrante Wan-hua Ma, da China, veio um alerta importante que vale tanto para a China quanto para o Brasil. Nos últimos dez anos o Brasil dobrou a oferta de vagas para a faixa de jovens formados no ensino médio. Quando ampliamos a oferta de vagas em um ritmo tão acelerado, precisamos tomar cuidado com a qualidade dos cursos que estão sendo ofertados. No Brasil 90% das vagas são oferecidas pela iniciativa privada, que deve receber critérios claros de atuação e receber uma fiscalização efetiva por parte do Estado. O outro ponto de fragilidade, talvez este muito mais preocupante pois amplia bastante o debate, é a qualidade dos alunos que se formam no ensino médio. Uma boa instituição de ensino não se faz somente com bons professores, mas acredito eu que principalmente de bons alunos.

Por fim quero apresentar minhas satisfações com os organizadores deste eventos, em especial o prof. Guilhon Albuquerque e a profª. Elizabeth Balbachevsky e me por a disposição para continuar demonstrando apoio a este modelo de ensino que poderá melhorar a vida de muitos jovens paulistas se implementado.

Sobre o criacionismo e o darwinismo

A cerca de um mês atrás o meu amigo Elcio enviou dois posts no seu blog. Quando eu vi os seus dois posts: “Fatos sobre o Criacionismo” e “Criacionismo e Design Inteligente“, logo pensei que eu deveria responder, afinal já conversamos a respeito antes. Como a resposta ficou comprida, fiz outro post.

Quando eu comecei meu curso de ciências sociais eu me deparava com essa questão toda semana no curso de antropologia. No final das contas eu acho que não é muito importante para mim julgar qual idéia é melhor. Eu não me interessei pela antropologia, mas sim pela ciência política. Além do mais eu não busco nenhuma justificação para fé alguma. Quem sabe daque a alguns anos a minha filha Yohanah me obrigue a voltar a este assunto com mais seriedade.

Tanto criacionismo quanto evolucionismo podem ser apresentados como teoria ou como verdade, como crença. Segundo Levi Strauss a ciência é o grande mito do século XX. Acho que posso afirmar que a maioria das pessoas não discute as teorias, e sim as crenças. Alguns chegam a se aproximar da argumentação teórica, mas é uma conversa que vai ficando chata…

Do ponto de vista das evidências eu não consigo argumentar direito, pois eu não sei de verdade como funciona a mensuração da idade de fósseis pelo carbono. Eu perguntei ao meu professor de antropologia, o Carlos Serrano, mas ele como um bom antropólogo não soube me responder 🙂 Poderia ter perguntado para um bioquímico, mas eu simplesmente não fiz isso durante os dois anos que trabalhei no Instituto de Química da USP no departamento de… bioquímica, ahah.

Ambos lados argumentam que as evidências correboram sua teoria. Os criacionistas aproveitam para “demonstrar” o dilúvio nos fósseis de peixes encontrados no meio do continente, e argumentam que os fósseis que os evolucionistas descrevem como sendo de uma espécie ancestral de outra conhecida é na verdade uma outra espécie concebida pelas mãos do Criador mas que hoje está extinta, ou se trata de um indivíduo com defeitos congênitos.

Mas é uma discussão de cegos. Não existe evidência. Isso me dá uma apatia profunda. Se existe Deus, orixás ou qualquer coisa do tipo, nenhum destes deuses deu a cara para mim. E isso me dá uma apatia muito grande.

Confeso que eu sonho, ainda que resignado, em ver coisas fantásticas acontecerem. Mas sendo realista eu sei as maiores evidências de que Deus existe são as afirmações dos meus pais e professores, e eu não confiou neles a tal ponto.

Deixando para trás o dramalhão: do ponto de vista epistemológico qual teoria é melhor? Desde que ambas expliquem tudo, a mais parcimoniosa é a melhor. Parcimônia é economia. E em teoria científica isso significa menos construtos teóricos.

1o ponto: eu não entendo disso direito, mas vou assumir a postura de que podemos explicar quase tudo de ciência normal com ambas teorias. Ou seja: um biólogo conseguiria ser biólogo explicando que os pássaros vieram das mãos do Criador, ou que evoluiram de outra forma de vida.

2o ponto: o evolucionismo tem menos construtos teóricos. Consideremos o mundo como conhecemos hoje: as espécies apresentam mutações. Ambas teorias devem aceitar pois é um fato. E qual o motivo de ser assim? Para o darwinismo é assim porque é assim, se organizou desta maneira naturalmente. Para o Criacionismo foi organizado assim por Deus. Até aí 1×1: as coisas existem porque sempre existiram e do outro lado foram criadas. Daí o Criacionismo precisa de um segundo construto que é Deus, que é o indivíduo que cria. Deus não foi criado por ninguém ou nada. Deus sempre existiu assim como toda a matéria do universo do darwinismo. O criacionismo tem um construto a mais, sem ter nenhuma justificativa empírica para incuir este construto.

Agora vamos testar os construtos fundamentais. As coisas existem? Bem, as coisas existem sim. Nós podemos refutar a existencias dos seres e de toda a matéria do universo, mas toda a matéria do universo existe e possui uma natureza própria e uma organização e tal. Isso nós constatamos empiricamente. Refutar a existencia das coisas talvez seja o papel do cético radical, mas não do criacionista. E o cético não possui evidência de que as coisas NÃO existem. O cético no máximo questiona a segurança da afirmação de que as coisas existe pelo simples fato de que podemos tocar, cheirar, ver… as coisas que existem. Por outro lado o criacionismo nos oferece um construto intangível. Não posso ver nenhuma evidência direta de Deus. Nada. Quem dirá refutá-lo.

É por isso que eu me desanimo com essa discussão. No máximo, o que consigo, é incomodar algum nobre colega que vai a igreja e que gosta de ver nas argumentações criacionistas uma justificação para a fé. E no fundo eu não preciso difundir essa confusão no coração de quem está bem seguro no seio de uma comunidade religiosa, coisa que sempre dei valor, mesmo quando dei as costas.

Por último eu vou deixar este video dos Simpsons, só para descontrair.

A Utilidade da Filosofia e Karl Popper

Nossa! Como a Bárbara tem escrito no seu blog. Acho que é para fazer jus a fama de que o povo de ciências humanas adora esticar o assunto 🙂

Em relação a suposta arrogância de Karl Popper, acredito que se trata de uma conclusão epistemológica. Epistemologia é interessante. Tive contato com dois professores que falavam bastante de epistemologia que é a ciência da ciência.

A teoria de Einstein seria melhor que a teoria de Freud segundo a epistemologia poperiana, sim. Uma evidência disso: a teoria de Freud é base de teorias modernas, mas a teoria de Freud está superada ao contrário da teoria da relatividade que apesar de várias tentativas ainda não foi rfutada nem melhorada.

Agora eu vou falar um pouco sobre a utilidade da filosofia, que foi a pergunta que a Bárbara se deparou. Bem, eu acho que para responder adequadamente esta pergunta é mais fácil decompor. E eu decomponho a questão separando os campos da filosofia.

A epistemologia é um campo da filosofia importante para todas as outras ciências. Qualquer cientista de um ramo pragmático pode trabalhar na produção científica sem se preocupar com questões teóricas, questões epistemológicas. É o caso do médico e do químico. Já um cientista que trabalha em um campo não pragmático eventualmente precisa se voltar a questões de ciência básica, epistemológica. Este costuma ser o caso no campo das ciências humanas e em alguns campos da física onde não existe uma teoria pragmática.

A ética é outro ramo interessante e igualmente útil. O lugar mais comum de encontrar a ética aplicada é no meio jurisprudencial, especialmente quando está em discussão questões não abordadas explicitamente no ordenamento jurídico. A política e a religião também recorrem a ética quando discutem, por exemplo, a questão do aborto.

Existem outros campos, como a lógica em que existe um lado mais teórico e outro mais aplicado. Mas no geral existe equele lado romântico ou místico que a filosofia desperta nas pessoas em geral. É aquela face da filosofia que abre a porta para a imaginação e para as respostas existenciais de que os Homens tanto precisam.

Sucesso na sua faculdade Bárbara 😉