São Paulo

Pelo buraco da fechadura

Flyer da peça oPelo buraco da fechadura

Este é o flyer da peça criada com trechos expressivos da obra de Nelson Rodrigues, encenado pela minha irmã, Joice Luchi, e que está em cartaz no teatro da Actor Brasil. Estarei lá esta sexta-feira. Vamos lá?

Pelo buraco da fechadura
Direção: Péricles Martins.

Teatro Actor Brasil
R. Fradique Coutinho, 994
Vila Madalena – São Paulo -SP
13 de junho a 11 de julho / 2008
Sextas-feiras às 21h.

Pesquisa Aponta: Nome de Kassab Não Decola

Pesquisa do Datafolha sobre a intenção de voto para prefeito, realizada no dia 15, de maio indica três coisas interessantes:

  • O atual prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, se encontra em 3º lugar com somente 15% das intenções de voto;
  • Marta Suplicy e Geraldo Alckmin se encontram empatados para o primeiro turno, cada um com 30% das intenções: o dobro do alcançado por Kassab;
  • Geraldo Alckmin ganharia de Marta Suplicy com folga no segundo turno;

A pesquisa mostra que o atual prefeito Gilberto Kassab não conseguiu transformar os fatos políticos de sua gestão em votos. A situação favorável de Kassab, que é o prefeito em exercício, parece não ser suficiente para tornar a sua campanha viável. Segundo esta pesquisa, mais da metade dos votos do Kassab (63%) migrariam para Alckmin em um eventual 2º turno.

Apesar do empate técnico entre Alckmin e Marta no primeiro turno, o 2º turno é claramente favorável ao candidato tucano. Isso acontece porque o eleitor paulistano tem um alto índice de rejeição ao nome de Marta. Ou seja: muita gente odiaria ter Marta Suplicy como prefeita. Tal rejeição não é enfrentada por Alckmin que foi o governador com o maior índice de aprovação no Brasil.

Ao que tudo indica a divisão entre democratas e PSDB deve favorecer a candidatura do PT no primeiro turno das próximas eleições, mas o índice de rejeição de Marta deve favorecer a eleição do candidato tucano. Até junho teremos a definição de quem são de fato os candidatos. Novidades como uma candidatura de Paulo Maluf do PP ou um candidato independente por partidos menores pode alterar consideravelmente as possibilidades para as eleições.

ps: os números foram arredondados. Consulte a matéria original para obter as porcentagens exatas.

ps2: leia o comentário do tucaníssimo Raul Christiano.

ps2: leia o comentário não tão tucano dado pelo blog Tucano Jovem.

Candidatura Tucana

Tucano com o bico abertoNa última segunda estive na oficialização da candidatura de Geraldo Alckmin no diretório municipal do PSDB. A partir de agora Geraldo Alckmin é pré-candidato do PSDB para a prefeitura. Por enquanto a campanha não é permitida, por isso no atual momento Alckmin é pré-candidato, e não candidato. Os partidos políticos só devem homologar seus candidatos em junho, obedecendo ao calendário eleitoral.

A reunião foi noticiada por diversos jornais que aguardavam ansiosos esta definição do PSDB desde o fim do ano passado. A difícil questão da aliança com os democratas foi o principal fator para que a decisão não fosse tomada antes. Até o blog da juventude tucana, que até então vinha ignorando as manifestações favoráveis a candidatura própria dentro PSDB noticiou a reunião desta segunda-feira. A militância do partido têm realizado diversas manifestações na cidade nos últimos meses pedindo que o PSDB lance um candidato próprio para prefeito, e estas manifestações tem tido a presença de muita gente.

Como pode ser lido nas matérias que saíram na mídia aqui e ali, o deputado federal Walter Feldman e quase todos os vereadores da capital estiveram presentes na reunião de segunda-feira defendendo a aliança com os democratas. A defesa da aliança por parte de Feldman e os vereadores da capital não foi bem aceita pela grande maioria da militância, e alguns militantes mais beligerantes utilizaram de gritaria e termos impróprios para atacar os parlamentares. Isso é fato, mas foi a manifestação de uma minoria mais barulhenta. Mas Lobo admoestou a estes militantes com muita propriedade e energia e o deputado José Aníbal fez uma participação pela união do partido muito sensata. Ah, o anúncio de Lobo se balizou em preceitos partidários e na vontade da expressa manifestação da maioria da militância. Não vejo nenhuma falha democrática como apontaram alguns companheiros.

Eu não gostei do tom violento que a reunião tomou em certos momentos, mas acredito que se o partido tivesse se aberto a uma definição clara a alguns meses atrás estas discussões teriam sido mais brandas. Cabe aos militantes do partido pensar em um modelo de discussões de idéias mais moderno dentro do PSDB. Com isso estaremos fortalecendo o exercício da social democracia e a união interna do partido.

Campanha Contra Software Proprietário

Campanha contra Software Proprietário na Bahia

Hoje encontrei no blog do Vinícius essa companha contra software proprietário no programa de inclusão digital do governo da Bahia . O programa de inclusão digital do governo baiano utilizava ferramentas livres e agora a Miscrosoft está oferencendo de graça os seus próprios programas. O uso de programas livres tem a função de (1) baratear os custos do governo e (2) incentivar o cidadão a utilizar ferramentas que não implicam em custos de licença de uso.

Quando o cidadão de baixa renda aprende a fazer uma planilha no programa de inclusão digital, ele vai procurar usar o mesmo programa no computador de casa ou de trabalho. Se ele aprendeu a utilizar o Microsoft Excel, doado pela Microsoft ao Estado da Bahia, o recém incluído precisará desembolsar R$ 199,00 para ter uma cópia legal do programa. Ou seja, para cada 30 alunos que façam o curso e comprem o Office a Microsoft faturaria R$ 5.970,00. Faturaria (se não fosse a pirataria, claro).

O programa de inclusão social com ferramenta livre não estimula a pirataria e nem o consumo de produtos proprietários. Qualquer um pode instalar o OpenOffice sem nenhum custo, e sem ter digitar aquele odiável código de autenticidade.

Em vários lugares temos programas parecidos e que estão se curvando aos interesses escusos micro$soft. O governo Kassab fez isso na cidade de São Paulo. Mas eu ainda torço pelo bom senso, e que o treinamento com programas livres e de qualidade voltem à pauta nos centros de inclusão digital. Seja na Bahia, seja aqui em São Paulo.

ps: se você usa uma cópia ilegal do M$ Office: legalize já!

Sistema de Quotas e a Prática de Racismo

Acabo de assistir a um debate no Jornal das 10 da Globo News entre Demétrio Magnóli e Marcelo Paixão da UFRJ sobre o sistema de quotas e o racismo no Brasil. O primeiro pede o fim de conta raciais, e o segundo pede sua manutenção.

Resolvi dedicar essa matéria pois um dos textos com maior consulta neste blog é justamente o texto “Segregacionismo Racial: Brasil e EUA” que escrevi no meu primeiro semestre da faculdade nas aulas de antropologia do professor Carlos Serrano. Na época me incomodou muito a condução que alguns colegas faziam da questão racial. Em especial o texto de Oracy Nogueira, que eu resenho e critico nesse texto. A minha opinião é que certas posturas, como a de Oracy Nogueira ou o próprio sistema de cotas para negros incentiva a prática do racismo, crime previsto em nossa constituição federal.

O debate foi feito em um momento em que o programa de quotas raciais é levado a julgamento na corte máximo de nosso país. Pedem o fim da prática do racismo do sistema de quotas diversas personalidades e representantes da sociedade civil. Segundo esse grupo seria melhor promover quotas baseadas em critérios sociais do que incentivar a prática do racismo. Eu concordo. Os maiores problemas de discriminação que eu conheço se baseiam em critérios sócio econômicos. É mais fácil a pessoa ser discriminada por ser pobre, por morar na periferia do que ser discriminada por ser negra ou imigrante. Quando o camarada tem dinheiro acontece um processo que os sociólogos chamam de branqueamento. O Pelé talvez seja um exemplo de branqueamento. O Djavan também.

Ônibus lotado na cidade de São Paulo
ônibus lotado na capital paulista

Hoje a prática do racismo é crime inafiançável. Causar constrangimento a uma pessoa em função de sua cor ou origem é crime passível a prisão sem direito a fiança. Causar constrangimento a um pobre ainda não tem nenhum remédio jurídico. Esse é um problema que nenhuma sociedade apresentou um remédio verdadeiramente eficaz.

Dia dos Desbravadores

Fanfarra de desbravadores
Fanfarra dos desbravadores

Este fim de semana foi a comemoração do Dia dos Desbravadores. O Clube de Desbravadores é um clube de escotismo ligado a Igreja Adventista. Eu fui desbravador durante alguns anos, e meu irmão Alexandre Gomes continua no clube até hoje e me convidou para ver o desfile neste domingo.

Meu irmão, Alexandre Gomes, em entrevista do evento
Meu irmão Alexandre Gomes, da Associação Paulista Sul, dá entrevista durante a passagem dos desbravadores de sua região em frente ao palanque.

Acontece que neste ano o Dia dos Desbravadores se tornou data comemorativa no município e no estado de São Paulo, e houve um desfile entre a Assembléia Legislativa e o parque do Ibirapuera. O dia do desbravador foi votado pelo vereador Antonio Carlos Rodrigues na Câmara Municipal e pela deputada Analice Fernandes aqui na Assembléia.

Fanfarra de desbravadores
Fanfarra de desbravadores

O Clube de Desbravadores é destinado a jovens de 8 a 15 anos que se organizam para promover acampamentos e atividades de estudos da natureza. Os clubes funcionam como uma maneira de socializar os jovens e promover organização e disciplina entre os jovens. Para alguns jovens as atividades do clube é a única oportunidade de lazer fora das ruas da periferia da nossa cidade.

Políticas de Ensino Superior

Abertura do Seminário Ensino Superior numa Era de Globalização

Aconteceu nesses dias 3 e 4 de dezembro um seminário sobre ensino superior na Fapesp e eu estive envolvido por meio do Instituto do Legislativo Paulista (ILP). O seminário foi realizado pela Assembléia Legislativa (Alesp) em conjunto com a Fapesp e dois núcleos de pesquisa da USP. O presidente da Alesp, deputado Vaz de Lima, se demonstrou bastante comprometido com o seminário que deve influenciar fortemente as políticas de ensino superior do Estado.

Me senti particularmente estimulado em participar deste seminário pois os estudos apontam para um modelo de ensino superior que havíamos defendido na juventudo do PSDB e no Congresso Estadual do PSDB em Praia Grande faz alguns meses. O Congresso é o espaço onde o partido decide quais são as teses que vão direcionar as ações políticas em geral. Neste caso defendemos uma melhoria na política do ensino superior, que poderia ter uma atuação mais relevante na formação profissional e no desenvolvimento de inovações tecnológicas que levem nossos produtos a um patamar de competitividade internacional.

Hoje o Estado trata faculdade como ambiente de pesquisa e não como uma oportunidade para criar profissionais para o mercado de trabalho e melhorar a nossa economia. As expectativas da sociedade na verdade não são atendidas. Porque para a grande maioria das pessoas o mais importante não ter a melhor faculdade da América Latina na sua cidade ou no seu estado. O mais importante para o cidadão é saber que na sua cidade ou no seu estado existem oportunidades reais para que o seu filho possa se formar em uma instituição de ensino superior adequada e enfrentar o mercado de trabalho com dignidade.

O caso de sucesso analisado foi o Masterplan do estado Califórnia. A idéia é que uma parcela relativamente pequena, de cerca de 10% dos estudantes de ensino superior no estado tenham acesso aos cursos de pesquisa. São estudantes que têm pretensões de se tornarem professores, pesquisadores ou profissionais com especialização acadêmica. Os demais alunos ficariam em faculdades voltadas ao ensino mas sem pretensão de pesquisas acadêmicas. Cursos com esta características podem inclusive ter uma duração menor, o que de fato acontece na Califórnia, onde a legislação facilita a existência destes cursos. Adaptando para o cenário brasileiro, seria como ampliar a oferta de cursos de tecnólogos, com duração menor que os cursos tradicionais. Na Califórnia 80% dos alunos que se formam no ensino médio ingressam diretamente nos cursos de pequena duração, 10% vão para cursos de pesquisa e outros 10% vão para cursos regulares de 4 ou 5 anos de duração, mas sem foco em pesquisa.

Eu vejo duas vantagens em diversificar os investimentos em ensino superior da maneira exposta acima. Em primeiro lugar, manter um ensino superior de qualidade como o que temos em São Paulo é muito caro, e impossível de se estender a toda a população de possíveis alunos. Defender a manutenção do sistema como ele se encontra hoje é uma postura elitista, pois somente os mais ricos tem condições reais de receber um ensino superior no modelo atual. Em segundo lugar eu acredito que um modelo diversificado é melhor para os alunos, que na maioria das vezes não querem e não precisam de um preparo em uma instituição de excelência em pesquisas.

Quando eu entrei na Faculdade de Ciências Sociais da USP quase todos os colegas ficavam angustiados sobre o seu futuro profissional; porque a maioria tinha entrado para o curso pensando em alguma atuação no mercado, ou como professor de escola, ou como funcionário público, mas a pressão do meio acadêmico para que cada aluno se torne um pesquisador era muito grande. Não é a toa que dos 210 alunos que ingressam todos os anos neste curso, somente cerca de 40 conseguem terminar o curso. No curso de filosofia a taxa de desistência é ainda maior.

As apresentações do seminário foram muito interessantes, oferecendo um amplo quadro comparativo das políticas públicas de ensino superior em diversos países. Da palestrante Wan-hua Ma, da China, veio um alerta importante que vale tanto para a China quanto para o Brasil. Nos últimos dez anos o Brasil dobrou a oferta de vagas para a faixa de jovens formados no ensino médio. Quando ampliamos a oferta de vagas em um ritmo tão acelerado, precisamos tomar cuidado com a qualidade dos cursos que estão sendo ofertados. No Brasil 90% das vagas são oferecidas pela iniciativa privada, que deve receber critérios claros de atuação e receber uma fiscalização efetiva por parte do Estado. O outro ponto de fragilidade, talvez este muito mais preocupante pois amplia bastante o debate, é a qualidade dos alunos que se formam no ensino médio. Uma boa instituição de ensino não se faz somente com bons professores, mas acredito eu que principalmente de bons alunos.

Por fim quero apresentar minhas satisfações com os organizadores deste eventos, em especial o prof. Guilhon Albuquerque e a profª. Elizabeth Balbachevsky e me por a disposição para continuar demonstrando apoio a este modelo de ensino que poderá melhorar a vida de muitos jovens paulistas se implementado.

Proibição de Venda Casada

No último dia 15 a Info noticiou proposta da deputada federal Raquel Teixeira de proibir a venda casada de hardware com software, seja ele sistema operacional ou aplicativo.

A proposta é interessante pois tem a intenção de combater o monopólio da Microsoft, mas prejudica o consumidor. O consumidor precisa de um hardware com software pré-instalado, que ele ligue e já possa usar. Além disso existem os computadores de grande porte que podem não ter opção de sistema operacional, e a proposta simplesmente perde o sentido neste caso em que só seria gerado maiores problemas para consumidores e vendedores.

A proposta em questão poderia ser melhorada no sentido de dar incentivos fiscais aos fabricantes que dão opção de venda de seus hardwares com programas livres. De certa forma é o que acontece com o programa de financiamento do governo federal, mas ele poderia ser aprimorado. O programa do governo federal só beneficia computadores pessoais de baixo custo. A insenção fiscal a computadores com opção de venda sistema operacional livre poderia ser levada a todos os computadores, independente de valor e aprovação pelo programa do governo.

Estou encaminhando este comentário para a deputada Raquel Teixeira e para o deputado federal Walter Feldman aqui de São Paulo, recomendando o apoio a esta proposta porém com alterações.

Ainda Sobre a Ocupação da Reitoria da USP

A reitoria da USP continua ocupada por alunos da universidade. Se compararmos com outros governo, o governo de José Serra tem um perfil mais firme, ou autoritário como prefere a oposição. A postura radical do movimento estudantil não é novidade, mas a postura mais firme do governo pode gerar uma relação conturbada pela radicalização dos dois lados. Dos manifestantes eu não espero posso esperar muito, pois são jovens. Espero que o governo demonstre sabedoria para negociar e resolver.

O Alexandre Gracioso escreveu em seu blog: Se os alunos não se deixassem levar pelos ardores ideológicos dos professores jurássicos da FFLCH

Não é bem assim, Alexandre. Eu estudei Ciências Sociais na FFLCH, e o perfil médio dos professores não é o professor decadente, barbudo e militante de ultra esquerda. No departamento de Ciência Política, onde tive maior vivência, eu me surpreendi com a quantidade de professores simpáticos à social democracia, por exemplo. Mas a maioria esmagadora não declara apoio a nenhum partido; é o tipo de coisa que não vale a pena para um acadêmico.

O princípio de diminuir a autonomia acadêmica não é tão absurdo assim quanto a universidade faz parecer. Tanto alunos quanto professores protestam, e de certa forma eles têm razão: querem defender um benefício que é a autonomia. Todos os anos o Legislativo aprova um orçamento para o ensino superior no Estado de S. Paulo, e as universidades gastam esta verba como bem entendem, sem consultar e sem prestar contas a ninguém.

Em uma analogia grosseira seria como uma família, em que o pai dá dinheiro para o filho estudar e o filho nunca é cobrado sobre como está gastando o dinheiro. Pior: se o pai aborda o filho sobre como andam os estudos, este reaje de maneira exagerada, dizendo que o pai é controlador e tal.

A Universidade argumenta que somente a própria Universidade pode decidir os rumos da educação superior no Estado e por isso o Legislativo, que representa a vontade da maioria, não deve participar do orçamento interno das universidades. Ou seja, a universidade recebe o dinheiro do contribuinte, e se nega a prestar contas de como este dinheiro é gasto. Parece grosseiro, mas o meio acadêmico acha que deve ser assim mesmo. Aliás o meio acadêmico também acha que o mesmo contribuinte deveria contribuir mais com a Universidade.

A professora Elizabeth Balbachevsky tem uma teoria sobre Ciência e Tecnologia que eu acho interessante. Segundo Balbachevsky quando a universidade investe mais em ciência aplicada os setores produtivos são impulsionados e têm ganho de produção. Logo a produção de bens tende a aumentar. Por outro lado a ciência não aplicada não tem esse tipo de impacto direto na economia.

Se a direção do governo é aumentar a transparência nos gastos do ensino superior, isso por si só já é positivo. Por aí eu já discordo das manifestações que ocorrem hoje na usp.

Se posteriormente o governo, ou o legislativo, decidirem intervir na maneira de destinar dinheiro ao ensino superior, destinando mais verba para a ciência aplicada no Estado de S. Paulo, isso certamente vai aumentar a possibilidade de ganhos produtivos, melhor competitividade do nosso setor produtivo, maior produção, menor desemprego, certamente maior arrecadação.

Esse assunto diz respeito a Universidade, mas diz respeito ao Legislativo decidir os rumos do ensino superior em São Paulo. Afinal a conta é paga pelo contribuinte.