




Kubuntu é uma variação da distribuição Ubuntu do sistema operacional Linux. Assim como o Kurumin, o Kubuntu se baseia na distribuição Debin, que apesar de ter um esquema de atualização de programas excelentes pelo apt-get, é muito difícil de ser utilizado por um leigo – a instalação é impossível de ser executada por um usuário normal.
O Kubuntu surge como uma proposta de Debian para todos, independentemente do skill. A diferença entre o Ubuntu e o seu irmão, o Kubuntu, é a interface. O Ubuntu utiliza o Gnome, enquanto o Kubuntu o Kde.
Ambos vêm em versão live CD, que prescinde instalação, e a versão para instalar no disco rígido.
Há ventagens e desvantagens em relação ao brasileiro Kurumin. A desvantagem é que no Kubuntu – e também no Ubuntu – a instalação deve ser feita em modo texto – no Kurumin a instalação é gráfica, a partir do Live CD. E como o Kubuntu é internacional, é necessário informar seu idioma, país e layout de teclado, opções que o Kurumin já vem “de fábrica”. A vantagem, que ao meu ver foi decisiva em favor do Kubuntu, é que o Kubuntu é feito sobre a versão em teste do Debian, e não sobre a versão instável, como o Kurumin faz. Isso significa que o Kurumin a longo prazo tende a ser mais instável que o Kubuntu. Além do mais o Kubuntu também faz uma distinção entre os programas testados pelo Kubunutu, e supostamente mais estáveis que os demais, e os demais programas que não passaram por uma bateria de testes.
Para quem usa linux enquanto SO de estação de trabalho e para servidor de homologação de sistemas, eu recomendo o Kubuntu, por aliar a versatilidade do Debian e a facilidade de uso.