Campanha Contra Software Proprietário

Campanha contra Software Proprietário na Bahia

Hoje encontrei no blog do Vinícius essa companha contra software proprietário no programa de inclusão digital do governo da Bahia . O programa de inclusão digital do governo baiano utilizava ferramentas livres e agora a Miscrosoft está oferencendo de graça os seus próprios programas. O uso de programas livres tem a função de (1) baratear os custos do governo e (2) incentivar o cidadão a utilizar ferramentas que não implicam em custos de licença de uso.

Quando o cidadão de baixa renda aprende a fazer uma planilha no programa de inclusão digital, ele vai procurar usar o mesmo programa no computador de casa ou de trabalho. Se ele aprendeu a utilizar o Microsoft Excel, doado pela Microsoft ao Estado da Bahia, o recém incluído precisará desembolsar R$ 199,00 para ter uma cópia legal do programa. Ou seja, para cada 30 alunos que façam o curso e comprem o Office a Microsoft faturaria R$ 5.970,00. Faturaria (se não fosse a pirataria, claro).

O programa de inclusão social com ferramenta livre não estimula a pirataria e nem o consumo de produtos proprietários. Qualquer um pode instalar o OpenOffice sem nenhum custo, e sem ter digitar aquele odiável código de autenticidade.

Em vários lugares temos programas parecidos e que estão se curvando aos interesses escusos micro$soft. O governo Kassab fez isso na cidade de São Paulo. Mas eu ainda torço pelo bom senso, e que o treinamento com programas livres e de qualidade voltem à pauta nos centros de inclusão digital. Seja na Bahia, seja aqui em São Paulo.

ps: se você usa uma cópia ilegal do M$ Office: legalize já!

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